A ser verdadeiro o disparate («[D.] Duarte de Bragança pediu nacionalidade timorense», TSF, 1/12/2010), vão 370 anos da Restauração e a dinastia de Bragança dando no logro: o senhor D. Duarte pedindo (um acto de sujeição, notai) nacionalidade estrangeira. Com que trabalhos, sabemos, obteve a linhagem de D. Miguel a redenção da nacionalidade portuguesa. E resolvido o caso como está, se há nacionalidade que o herdeiro da Coroa tenha que ter, por imperativo de necessidade, será a portuguesa; nenhuma outra se vai admitir sob pena do óbvio: haver Portugal por rei um estrangeiro - precisamente o que legitimou a aclamação do Mestre em 1385 e a Restauração em 1640.
Bem sei que há fins e maneiras de prosseguir (certos) intentos... Apenas aqui não vislumbro intento sério, nem coisa que não deite disparatadamente a perder o mais elementar princípio: nenhum estrangeiro poderá suceder na Coroa do Reino.
Portugal degenerou. Definitivamente.
Paço Ducal (arranjo do terreiro antes da colocação da estátua de D. João IV), Vila Viçosa, 1939-43.
Estúdio de Mário de Novais, in Biblioteca de Arte da F.C.G..
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