De Luísa a 22 de Janeiro de 2011
Civilização, caro Bic? Urbano, entendo, mas civilização...
Crimes? Que crimes? Não é retórico. Ando mesmo a "leste"... e amanhã viajo para Portugal. Seria bom saber com que linhas me coso, ou melhor dizendo, que ruas devo evitar...
Saudações
De Bic Laranja a 22 de Janeiro de 2011
Tem razão, pois. É barbárie.
No resto só lhe digo que evite carreteiras que levem às urnas. Quando não, é a própria barbárie que se cauciona.
Votos, porém, claro que sim: duma boa viagem. Para si.
De Carlos Portugal a 22 de Janeiro de 2011
«Quando não, é a própria barbárie que se cauciona». Eu não poderia estar mais de acordo, Caro Bic! Ainda mais sabendo que, desde 1985, que os resultados desse plebiscito bárbaro já estão impressos antes das eleições... Tire as conclusões óbvias...
Cumprimentos.
De Bic Laranja a 22 de Janeiro de 2011
Já me ocorreu essa ideia. Falta-me a prova.
Cumpts.
De Carlos Portugal a 22 de Janeiro de 2011
Caro Bic:
Uma pessoa da minha família foi, numa das eleições legislativas, presidente de uma mesa de voto, numa pequena freguesia da Capital. Depois de contados os votos e fechadas as urnas, e preencher as burrocracias habituais, foi para casa e, qual não foi a sua surpresa quando, nos resultados «oficiais» havia uma diferença de cerca de 600 votos a favor do partido «vencedor», entre os votos contados e os anunciados, nessa mesma pequena freguesia. Telefonema após telefonema, foi aconselhado a «estar quieto» e a «evitar mais confusões». A pessoa em questão entregou o cartão do partido.

O jornalista João Ramos de Almeida, autor do livro «Eleições Viciadas?» e do blog com o mesmo nome, explora esta vertente bem «democrática»...

Cumprimentos.
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