De Luísa a 4 de Fevereiro de 2011
Confesso que o "p" de Egipto, na oralidade, vai e vem conforme as pessoas que me rodeiam. Ainda não percebi o fenómeno, simplesmente me apercebi dele há pouco tempo e não consigo dominá-lo. Já egípcio é sempre egípcio, seja na escrita, seja na oralidade. Quando li a palavra não a reconheci, apesar de ter a verdadeira mesmo ao lado!!!!
Esta gente quer fazer tanto que só faz porcaria, para não dizer outra palavra mais forte...
Quanto àa pronúcia (algo dito num comentário) e ao hormônio só digo uma coisa: medo!! Onde vamos parar??
Cada vez que penso que trabalho com brasileiros e eles não têm grandes problemas (e estes são a nível de vocabulário!) a entender-me, pergunto-me se os senhores à frente deste projecto (estúpido) saberão escrever o seu nome...
De Bic Laranja a 4 de Fevereiro de 2011
Querem legar o nome para a posteridade. Se possível carregado de consoantes etimológicas, que sempre é marca de pergaminhos.
Que corja!
Cumpts.
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