8 comentários:
De [s.n.] a 20 de Fevereiro de 2011
Estou completamente d'acordo com o que escreveu.

Este abastardamento consecutivo e em crescendo da nossa língua-mãe - sendo este o nosso maior Bem tanto quanto é o solo sagrado que nos viu nascer, ambos definindo a nossa identidade como Povo - tem que acabar. Nem que seja à força.
Maria

Obs.: A Senhora advogada que citei era relativamente nova, talvez trinta e poucos anos, tendo portanto feito a sua escolaridade já neste "fabuloso" regime..., nota-se.
Todos quantos tenham feito os seus estudos (superiores ou não superiores) no anterior regime sabem exprimir-se correctamente. Eis a GRANDE diferença entre o ensino ministrado naquele regime e neste. Mais uma entre muitas outras. Para desespero (e inveja) desmedido e mal disfarçado, desta inútil gentaça que desde há quase 40 anos não se despega do poder nem à lei de Deus Pai Todo Poderoso, continuando a ele agarrada que nem uma lapa ao casco dum navio. Possìvelmente só o farão à lei da bala... exactamente como nos E.U. que eles tanto adoram, cujo degradante modelo político e social eles adoptaram e seguem à risca. Quem sabe se não será essa a solução?
De Bic Laranja a 20 de Fevereiro de 2011
O ensino antigamente (não só no Estado Novo, mas também) tinha uma intenção sensata de não ir o sapateiro além da chinela: ensinar os meninos a ler, escrever e contar era um objectivo realista.
Hoje os do eduquês connvenceram-se por artes mágicas que todo o humano pode ser um doutor. Nem tudo é para todos — non omnia possumus omnes.
Cumpts.

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