4 comentários:
De [s.n.] a 29 de Abril de 2011
Reparou que por uma questão d'alguns centímetros e teria aparecido na imagem parte do Palácio de que lhe falei? Curioso.
Aquele prédio à direita, ligeiramente mais baixo do que os que se vêem mais próximo de nós (mesmo em frente do que, no canto oposto, viria a ser o Cinema Condes), já existia nesta altura. Extraordinário! É muito bonito sobretudo pela delicadeza e harmonia da estrutura. Esperemos que ainda esteja no mesmo sítio...
Outra delícia neste desenho é um transporte/carruagem puxado a cavalos, à direita da imagem, todo fechado (e não aberto, como o que se vê na reprodução que aqui deixou há dias) por se tratar de dia invernoso. Mas o outro também o era. Pelo visto haveria dois tipos de transportes de passageiros a circular: abertos e fechados, independentemente da estação do ano. Ou seria transporte de correio? Não me parece por ser grande demais. E daí...
Ainda a graciosidade da calèche, mais ao centro, a descer para o Rossio, calculo que neste caso se trataria de transporte particular. Ou por ventura alugado, tipo táxi dos dias de hoje. Que também já os havia, note-se.
Um desenho que é um primor.
Maria
De Bic Laranja a 29 de Abril de 2011
É menos que coincidência. Das voltas sobre o seu mote que surgiram alguns informes aqui.
O americano era nome genérico para aqueles que carroções que iam sobre carris puxados por cavalos. Além dos da Carris, havia de desvairados feitios. A rede de eléctricos instalou-se a partir das linhas do americano.
Há tempo falei numa dessas linhas, a que subia Pela Rua Direita dos Anjos.
A carruagem é como diz; antecessora dos táxis.
Umas Vistas de S. Pedro de Alcântara onde também se vê a casinha da Rua dos Condes.
Cumpts.

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