8 comentários:
De Pedro a 21 de Julho de 2011
a culpa foi minha. eu é que nunca quis parar para fotografar,

roubaste-me o post. e é bem feito.

eu é que não deveria ter sido ppreguiçoso.

(abraço)
De Bic Laranja a 21 de Julho de 2011
É bem feito e ainda bem que reconheces. Mas não te roubei nada (talvez o dichote), que a fotografia é minha. Não chores. Já te mandei uma outra que tirou cá a sr.ª D.ª Maria Luísa para fazeres tu um verbete sozinho, a ver se és capaz.
Abraço.
De MCV a 21 de Julho de 2011
No meu tempo dizia-se:
Daqui ô tê monte
Vai um grande distância
Vê lá nã escorregues
Na casca da melância

Este moço deve ser do meu tempo.
Abraço
De Bic Laranja a 22 de Julho de 2011
Não é costume dizer-se que um algarvio é um alentejano sem travões? Calhando assim, então, é seu conterrâneo também.
Cumpts.
De António Viriato a 22 de Julho de 2011
É verdade que se trata de erro e como tal deve ser combatido.
Mas, note-se, é apenas um erro ortográfico, de má colocação de sinal diacrítico, que prontamente se corrige.
Hoje, a toda a hora, os meios de comunicação social, povoados de gente licenciada, precariamente instruída em Português, emitem e propagam erros de muito maior gravidade, veiculando entorses sintácticas, frases mal construídas, com sentido incompleto ou deturpado do benevolamente percebido por parte do leitor atento, para além da corrente praga de termos espúrios em que essa prosa comunicativa surge embrulhada, na maior parte anglicismos inúteis, porque dispensáveis, por haver alternativa vernácula para eles.
Isto sim, corrompe profunda e duradouramente a Língua Portuguesa, cada vez «mais esburacada que capa de pedinte», mal de que já se queixava o diligente e distante Rodrigues Lobo. Que diria agora de toda esta degradada linguagem comunicativa ?

Saudações solidárias em tudo o que à LP respeite.

António Viriato_22-07-2011
De Bic Laranja a 22 de Julho de 2011
Tem razão. É pior na comunicação social que nestes nossos agricultores algarvios. E mais lhe digo; as laranjas eram "dulcíssimas" (superlativo usado pela vendedeira) e sumarentas, enquanto que com aqueles outros azedam tudo.
Cumpts.
De Carlos Portugal a 22 de Julho de 2011
Erro, Caro Bic? Nã senhori! Atão nã se tá a veri qu'é a aplicaçom da «côr do horto gráfico» avant la lettre?
Estes modernos rapazes (ou serão «moleques de favela» engravatados?) parece que escorregaram todos na casca de «melância» e bateram com a moleirinha no terreiro! Depois, coitados, ficaram assim, dogmáticos, a ouvirem uma voz abrasucada dentro do oco das caixas cranianas a dizer-lhes para espalharem e imporem a «boa nova da favela»... Enfim.

Cumprimentos e votos de continuação de boas férias.
De Bic Laranja a 23 de Julho de 2011
No meu tempo da primária as faltas de acentos valiam 1/4 de erro (ou era meio?). Logo é menos de um erro. O acento foi lá parar por hipercorrecção, para marcar o timbre fechado da vogal e não a sílaba tónica. O bom povo (o que sobra) tem destas coisas mas é genuíno no falar. Já a rapaziada jactante da modernidade, essa nem cata diferença entre melão e meloa. Dirão que é por causa da igualdade de género, mas desconfio ser antes o bestunto que não vai além do que lhe lá se plante para encher o vazio.
Obrigado e cumpts.

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