16 comentários:
De Luísa a 3 de Dezembro de 2011
Então quer dizer que o que se chama agora de "Marquês de Pombal" era chamado de "Rotunda"? (Não me batam: em 1971 ainda não era nascida, sou do Norte e não tenho família lisboeta que me conte as coisas de antigamente!)

Diga-se de passagem que é uma iluminação magnífica, comparada com cada aberração que se vê por aí nos dias de hoje (algumas luzes lembram talhos, peixarias ou casas de fama duvidosa)!
De João Paulo a 3 de Dezembro de 2011
Sim Luísa , a estação do Metropolitano chamou-se muitos anos Rotunda até a empresa lhe mudar o nome para Marquês de Pombal. Também foi muitos anos conhecida simplesmente por Rotunda, apesar de já oficialmente ser Praça Marquês de Pombal. Os lisboetas têm esta tendência para continuar a dar nomes antigos e lugares já com outra denominação, como por exemplo Sete-Rios à Praça Marechal Humberto Delgado, Campo de Santana ao Campo Mártires da Pátria e já se deu o nome Largo do Matadouro à Praça José Fontana, etc. E a iluminação de natal esta lindíssima concordo cem por cento consigo.

Cumpts
De Luísa a 3 de Dezembro de 2011
Obrigada pelos esclarecimentos, João Paulo.
Eu sabia que a estação tinha tido esse nome, mas não sabia que davam o nome à zona...
Por acaso também sabia a do Campo de Santana e Campo Mártires da Pátria (tive colegas que estudaram na faculdade de ciências médicas e por causa delas fiquei a saber isso).
Saudações
De Attenti al Gatti a 4 de Dezembro de 2011
E Areeiro à, de há 30 anos a esta parte, Praça Francisco Sá Carneiro,
A.v.o.
De Bic Laranja a 4 de Dezembro de 2011
Sobram inúmeros casos de toponímia assim: olhe o velho Rossio cuja toponímia oficial (Praça D. Pedro IV) não pegou nem havia de pegar, apesar do imperador (do México, dizem) lá bem alto do pedestal. Idem o Areeiro, com vulto bem, bem menor e estatuária a fazer jus. Só para mencionar dois casos assaz conhecidos. A voragem da modernice, tanta vez saloia, tem tragado inúmeros outros: a Sete Rios pespegou-se oficialmente o Humberto Delgado como viu, mas no subterrâneo do Metro não se cata senão alimárias - «Jardim Zoológico» de sua graça - a bem de se não perder o incauto turista da Expo 98, justificaram-se. - Tolices! - Outro tanto com o Socorro, outrora nome de lugar, rua, largo, igreja paroquial (tudo extinto) e, finalmente, freguesia agonizante com o chafurdo administrativo em curso - diz desta última mania que para poupar uns patacos. Quanto custa a memória, alguém sabe?
Cumpts.

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