11 comentários:
De [s.n.] a 27 de Setembro de 2011
O "meu" cinema Império! E a Alameda, que linda! Para mim, particularmente esta zona. E que saudades da limpeza das ruas e avenidas desses tempos, do ordenamento dos edifícios e da sua sólida construção, das ruas, das avenidas, dos largos, etc. Da perfeição do calcetado dos passeios que ainda hoje causa admiração sobretudo se comparada com os vergonhosos passeios de hoje em dia cheios de buracos e com irregularidades inadmissíveis e desníveis de tal dimensão que bem podem ser apelidados de criminosos os responsáveis autárquicos que permitem tão escabroso desleixo. O que isto significa de perigoso para as crianças e para as pessoas de idade (ou de qualquer outra faixa etária, já agora) e especialmente para os cegos, não tira um segundo de sono ao indigente mental e aos que o antecederam à frente da Câmara Municipal de Lisboa. Também com estes mega vigaristas e oportunistas de primeira água que temos tido à frente desta (e das outras autarquias) bem como no poder central, que nem uma mercearia de bairro seriam capazes de administrar decentemente, nada mais é de esperar.

Excepto talvez e antes que destruam o pouco que ainda se conserva de pé do imenso e belíssimo património histórico e arquitectónico que herdámos do anterior regime, detê-los, julgá-los e puni-los severamente.

Ou seja, fazer-lhes exactamente aquilo que o Dr. Medina Carreira sugeriu hoje (ontem) em entrevista a Judite de Sousa e bastas vezes por ele repetido, no que se refere aos destruidores da nossa economia que só descansaram quando nos meteram à força - isto é, sem referendar o acto, para o povo decidir em consciência, povo este, que, segundo estes grandessíssimos aldrabões é (era) quem mais ordena... (mas pouco!) - na 'Europa' para, em consequência, perdermos a nossa independência como país soberano. Tudo isto para, desde há quase quatro décadas, andarmos a pedinchar mundo fora os biliões que eles sacaram com toda a liberdade e impunidade aos cofres do Estado (grande parte deles metidos nas próprias contas em paraísos fiscais) com a maior das desvergonhas, levando Portugal ao estado miserável em que se encontra. Esta é que seria uma Justiça Justa. Mas isso...

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Não posso deixar de agradecer aos dois ilustres escritores (porque o são efectivamente) que me desejaram boas férias: o insigne Carlos Portugal e o douto linguísta, porque conhecedor profundo da língua portuguesa bem como a história da cidade de Lisboa, como a palma das suas mãos e que é, escusado será dizê-lo, o autor deste inigualável espaço blogosférico.
Maria
De Bic Laranja a 28 de Setembro de 2011
Tem muita razão sobre o desmazelo da cidade; contrasta tremendamente com o arranjada que era. E custa entender como se pôde decair tanto, mas tanto.
Agradeço-lhe a elevada estima mas... que diz não sou eu, acredite.
Cumpts.

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