De [s.n.] a 19 de Janeiro de 2012
Imagine-se hoje em dia em Portugal, com os ladrões à solta aos milhares, políticos incluídos, caixotes cheios de barras de ouro a serem transportados de um lado para o outro, só com dois ou três guardas a supervisionarem a operação e outros tantos curiosos a observarem a tarefa?!? Não dariam tempo aos carregadores de sequer respirar quanto mais de começar a descarregar os caixotes...


Metade das barras d'ouro - cerca de 900 toneladas na totalidade - começaram a voar logo que o Soares entrou a governar, senão mesmo antes. Mais de metade já se foi há muito. Diz-se que uma boa parte dele seguiu para a União Soviética - como aliás muitos outros bens e valores, pertenças absolutas do Estado Português - com a benção de Soares que era quem mandava e manda em Portugal, além de amigo do peito de Cunhal e amantíssimo camarada de partido.

Vistas bem as coisas esses seus favores aos comunistas só eram naturais. Ele próprio já disse inúmeras vezes que foi comunista na juventude... (e pode acrescentar que nunca deixou de o ser). Sabe-se que a determinada altura do período revolucionário, com Carlucci à perna (outro bandido onde os há) teve que mudar de agulha por imposição dos americanos que não admitiam um regime comunista na Península Ibéria. Travestir-se de socialista e a seguir de social-democrata de primeiríssima água foi um instantinho. Para logo de seguida e aproveitando a onda, (as)segurar os altos cargos políticos que lhe foram entregues de mão beijada e deleitar-se com o prestígio, as benesses e as mordomias que tais cargos sempre proporcionam.

A partir daí só nos restou, como povo, observar impotente o país a estilhaçar-se aos bocadinhos. Ele deve ter feito um pacto de sangue com Cunhal (ou com o diabo, já que não acredita em Deus) assegurando-lhe que o projecto maquiavélico para Portugal, que ambos gizaram em Paris um ano antes, realizar-se-ia ponto por ponto estivesse ele vivo ou morto. E foi o que sucedeu.

Portugal começou a afundar-se a partir do dia em que esse bandido e seus cúmplices puseram os pés neste chão sagrado. E nunca mais parou até que viram a sua maldita 'obra' acabada.

O que aconteceu ao nosso país por culpa exclusiva desse desterrado e de mais uns tantos pulhas como ele, foi uma maldição sem precedentes na sua longuíssima História. Mas mais do que nos despedaçarem o país, esta já de si uma catástrofe de dimensões bíblicas, ainda nos destruíram a alma. E nem que fosse só por um crime destes, um crime sem perdão, justificava-se plenamente um castigo à altura para todos os traidores. Aquele que se aplica em todo o mundo aos traidores à Pátria. Aí, sim, seria feita Justiça. A Justiça devida.
Maria
De Inspector Jaap a 19 de Janeiro de 2012
Na "mouche"... para não variar.
Cumpts
De [s.n.] a 19 de Janeiro de 2012
E eu muito agradecida pelo apoio, para não variar...
Maria
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