Segunda-feira, 21 de Maio de 2012

Das prioridades

 Anteontem em Alvalade atalhou-se-me deante um cortejo de cicloturistas. Muitos. Pela Av. da Igreja, do  Campo Grande para S. João de Brito. Com batedores da polícia a deante e a fechar o cortejo. 
 Os senhores do polìticamente correcto, do estilo de vida saudável e do pão sem sal, os do ambiental e do sustentável – enfim, esses todos que enxameiam rádios, televisões e vegetam nas repartições e nas câmaras com frases feitas coladas ao bestunto – saibam, pois, que é estúpido parar o trânsito na Avenida de Roma para carrear um cortejo de cicloturistas pela Av. da Igreja porque há uma pista para «ases» do pedal em toda a Av.do Brasil, do Campo Grande ao Relógio. O candeeiro da imagem não é impedimento pois há muito que, infalìvelmente, foi tirado do caminho. E a ciclovia não está em tosco, foi acabada; está fina e recomenda-se, pois, a par com os «ases» do pedal, esta sorte de floreados urbanos é das mais altas prioridades da câmara municipal; ao invés da calçada dos passeios e do asfalto das ruas, que só interessam aos poucos peões e automobilistas que há na cidade.


Avenida do Brasil, Lisboa, 2009.

Escrito com Bic Laranja às 01:02
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20 comentários:
De Carlos Portugal a 21 de Maio de 2012
Caro Bic:
Mas de que é que o Caro Amigo estava à espera deste bando, desta praga, que desrespeita as mais elementares regras de trânsito, circulando por sentidos proibidos, cortando semáforos vermelhos, atropelando pessoas nas passadeiras, para «não perderem o ritmo»?
Afinal, fazem uso do único veículo de tracção animal em que o dito vai aos comandos...
Cumprimentos.
De Bic Laranja a 21 de Maio de 2012
Realmente!... Dantes, não podia andar de bicicleta na estrada sem matrícula. E a polícia era atenta. Hoje qualquer veículo motorizado ao entrar na via perde prioridade para um velocípede, acho. Nas rotundas é garantido que sim.
Parece-me que a animalidade comanda muito mais do que velocípedes.
Cumpts.
De Inspector Jaap a 23 de Maio de 2012
Caríssimo Carlos Portugal:
Este é um dia notável da minha participação neste admirável blogo, porque, por uma vez na vida, estou em total desacordo com o meu admirado parceiro de leitura, no acidental, note-se, que no essencial não há qualquer hipótese de tal vir a acontecer.
De facto, sendo eu um amante indefectível dos passeios biciclísticos, vi, divertidíssimo, os “ataques” dirigidos aos biciclistas e respectivas máquinas (mais ou menos) voadoras, já que não tive tempo de lhe responder em tempo, e, aproveito para responder a si e aos outro benévolos leitores que entretanto se manifestaram.
Vou começar, então, por me socorrer de algumas citações de gente célebre (e menos célebre) acerca das ditas – atente em particular na última, rogo-lhe – para enquadrar melhor o meu raciocínio:
Diz o caro Carlos:

-Mas de que é que o Caro Amigo estava à espera deste bando, desta praga, que desrespeita as mais elementares regras de trânsito, circulando por sentidos proibidos, cortando semáforos vermelhos, atropelando pessoas nas passadeiras, para «não perderem o ritmo»?
Toleration is the greatest gift of the mind; it requires the same effort of the brain that it takes to balance oneself on a bicycle.~ Helen Keller deaf and blind political activist

Mas que visão mais apocalíptica!!! Não estará a tomar a nuvem por Juno? Olhe que está a falar dum grupo social que, mais que não fora, tem uma característica que vai sendo, cada vez mais, uma raridade: as pessoas cumprimentam-se…O que não quer dizer que eu esteja a desculpar o comportamento menos cívico de alguns; notará, com toda a certeza, que, quando as pessoas vivem encaixotadas, isso provoca sempre reacções estranhas nos padrões de comportamento, pelo que os ciclistas – de cidade , principalmente– não serão excepção; mas, se calhar, em muito menos percentagem que os automobilistas, por exemplo, cuja agressividade , em Portugal, é proverbial, como sabe; a fazer fé nas suas palavras, seria insuportável viver em qualquer cidadezinha da Holanda ou da Dinamarca; ora, não acredito que ache que eles têm lá menos qualidade de vida que o meu caro amigo aqui, por causa das bicicletas.

Afinal, fazem uso do único veículo de tracção animal em que o dito vai aos comandos...
The bicycle is a curious vehicle. Its passenger is its engine. John Howard

Abordagem alternativa ao seu brejeiro trocadilho, que me leva aos próximos:
I feel that I am entitled to my share of light heartedness and there is nothing wrong with enjoying one's self simply, like a boy. Leon Tolstoy In response to criticism for learning to ride a bicycle at age 67 .
Get a bicycle. You will certainly not regret it, if you live. Mark Twain.

Whenever I see an adult on a bicycle, I have hope for the human race. H.G. Wells

Experimente, que nunca é tarde demais e, tudo indica, irá ter uma enorme surpresa... A vida tem destas coisas, sabe?

Cumprimentos.
E agora as tais citações:
Life is like riding a bicycle. To keep your balance you must keep moving. Albert Einstein
I thought of that while riding my bicycle. Albert Einstein on the Theory of Relativity.
It is by riding a bicycle that you learn the contours of a country best, since you have to sweat up the hills and coast down them. Thus you remember them as they actually are, while in a motor car only a high hill impresses you, and you have no such accurate remembrance of country you have driven through as you gain by riding a bicycle. Ernest Hemingway
Cycle tracks will abound in Utopia. H.G. Wells

As a kid I had a dream - I wanted to own my own bicycle. When I got the bike I must have been the happiest boy in Liverpool, maybe the world. I lived for that bike. Most kids left their bike in the backyard at night. Not me. I insisted on taking mine indoors and the first night I even kept it in my bed. John Lennon

When the spirits are low, when the day appears dark, when work becomes monotonous, when hope hardly seems worth having, just mount a bicycle and go out for a spin down the road, without thought on anything but the ride you are taking. Sir Arthur Conan Doyle
Isso acontece comigo, se me permite a familiaridade
Bicycling is a big part of the future. It has to be. There's something wrong with a society that drives a car to workout in a gym. ~ Bill Nye the Science Guy
+++
De Carlos Portugal a 23 de Maio de 2012
Caríssimo Amigo Inspector Jaap:
Ri-me imenso com a su «verve»! Excepcional, parabéns!
Eu sei que há muito ciclista correcto e respeitador, mas uma certa troupe, aqui por Cascais, é tudo menos isso. A minha filha - na altura com 4 anos, foi atropelada duas vezes (uma à minha frente) numa passadeira cujo sinal estava vermelho para o trânsito, por dois grupos desses sujeitos que, uma das vezes, continuara caminho (um caiu mas levantou-se) sem sequer verem como é que a menina ficou. Valeu-lhe um carro patrulha da polícia municipal, que arrancou e os fez parar. Os sujeitos apenas balbuciavam a inanidade de «que não estavam a poluir»...
O Amigo compreenderá a minha antipatia...
Fui motard durante muitos anos. E também entre os verdadeiros motards é costume cumprimentarmo-nos. E é claro que, entre os motards, também há os bandos de selvagens, e muitos, como os há nas bicicletas.
Mas, compreenderá também que um verdadeiro motard não é «enlatado», e não terá a psicologia do «pater famílias» na sua lata, a extravasar para o exterior dela todas as frustrações que lhe ocorrem na sua exígua alma (estou a ser mauzinho)...

Ora, como motard, nunca me passaria pela cabeça voltar à bicicleta da minha infância, veículo que considero extremamente perigoso para circular nas nossas vias públicas (se o Amigo também anda de mota, saberá do que estou a falar). Falta de travões adequados, pneus com aderência miserável, em muitos casos falta de suspensão e, principalmente, falta de agilidade e de aceleração.
Não, nunca mais me verão numa bicicleta... Muito menos de pijama à Mao Tse-Tung e barrete com a estrela vermelha na cabeça... Ou com esses absurdos «capacetes» que só protegem se o ciclista cair a fazer o pino... Chalaça de motard, desculpe!
Para um motard, nada mais deprimente do que andar de bicicleta, a sério!

Bom, mas nada impede que se goste desse veículo, é claro. Mas conduzido com cabeça e não o tentando impor a quem também circula na via pública por outros meios...

Mas, é claro, no essencial estamos totalmente de acordo!

Cumprimentos
De Inspector Jaap a 24 de Maio de 2012
Caríssimo Carlos Portugal:
Agradeço a benevolência com que me trata a qual é, de todo, imerecida…
2 partes:
1- A que não dá vontade nenhuma de rir - O caso da sua menina (que, hoje, por hoje, terá quantos anos?) – lamentável a todos os títulos! Só espero que tal lhe não tenha deixado traumas; que lhe poderei eu dizer senão que esses quadrúpedes partidos ao meio são indignos de conviverem com outras pessoas… e de andar de bicicleta??? E o rebento, ter-se-á divorciado, por via disso, da maior invenção do séc. XIX? Espero bem que não.
2- A que me fez escangalhar a rir – toda a parte dos motociclistas; devo dizer-lhe que me surpreendeu saber que o foi (é) - olhe, no canal Travel HD anda(va) a dar uma série de um inglês que se chama(va) “the most beautiful rides in the world” se me não falha a memória, e que é(ra) fabuloso pelas paisagens, entre outras coisas; aproveito para lho recomendar, isto, se tiver estômago para aguentar os “murros” intelectuais das legendas desse maldito português de contrafacção que essas alimárias resolveram “adotar”, o que justifica o meu pretérito imperfeito entre parêntesis, e o facto de ter pura e simplesmente deixado de ver aquilo, já que não posso suprimir as legendas - vá lá saber-se porquê, imaginava-o mais solene e majestático na sua maneira de ser…É que, tenho para mim que os “motards” são irreverentes, no mínimo! Será o seu caso? Certamente que sim, que a irreverência saudável é do melhor que há para fazer avançar as sociedades.
No meu caso particular, tenho uma experiência aí pelos meus 19 anos, que é o seu émulo: tive um quase-acidente na fabulosa marginal de Entre-os-Rios a 150 km/h quando era conduzido por um colega de curso, ele sim, um ás; não aconteceu nada, de facto, mas eu, pura e simplesmente, convenci-me de que não iríamos conseguir negociar a curva que se avizinhava e quase que entreguei a alma ao Criador… fiquei a tremer das pernas durante vários minutos, e, ainda por cima, tive que aguentar o seu riso de mofa; acontece que, na semana seguinte, vinha ele de Viana na N-13 e, numa recta, algures entre a Póvoa e Vila do Conde, um camião que circulava à sua frente virou para a esquerda sem qualquer sinal e o meu amigo foi embater nos rodados traseiros do dito, empenando a suspensão da frente e escaqueirando o capacete; depois de uma conferência de “leaders” - como se diria hoje – comigo, resolveu ele vender a Yamaha 125 e compar um carro; depois disso, fiz como o meu Caríssimo Amigo com as bicicletas: nunca mais andei. De qualquer modo, fica o caro Carlos Portugal convidado para uma interessantíssima (antecipo!) troca de ideias quando se dignar vir ao Porto, aonde terei o maior prazer em o receber.
Calorosos cumprimentos
De Carlos Portugal a 29 de Maio de 2012
Caríssimo Inspector Jaap:
Muito lhe agradeço as suas amabilíssimas palavras. E peço-lhe penhoradamente desculpa de só agora lhe responder, pois tive uns dias tremendos, ainda por cima com uma gripe atípica que não me tem dado descanso...
Compreendo perfeitamente o seu trauma quanto às motos... Infelizmente, a minha filha, agora com 11 anos, ficou traumatizada em relação às bicicletas, na sequência do atropelamento por aquele energúmeno «que não estava a poluir», segundo repetia em ladainha. Ao ponto de nunca mais querer ver a sua própria bicicletinha, ainda com rodinhas de aprendizagem, tendo-a dado a uma amiguinha...
Ainda vou ver se ela lhes pega, pois se quer andar de mota, como diz, vai ter primeiro que passar pela bicicleta...
Mas eu não... Tentei, há uns bons anos, mas fiquei tão deprimido que voltei a casa, arrumei a bicicleta na garagem e fui dar um giro de mota... A sério... É mesmo irreconciliável (apesar de ter tido no passado vários acidentes de mota, sempre provocados pelas «latas»).
Contudo, terei todo o gosto de O conhecer pessoalmente, e de ter Consigo uma amena e - também antecipo - excelente conversa!
Aceite os calorosos cumprimentos deste seu amigo
Carlos Portugal
De Inspector Jaap a 1 de Junho de 2012
É mais a sua gentileza que o meu merecimento, mas agradeço-lhe do fundo do coração as amáveis palavras que teve a bondade de me dirigir, ainda por cima em maiúsculas… até fique corado, creia-me!…
A minha demora ficou a dever-se ao facto de ter tido uma semana de trabalho algo atribulada, o que me não impede de lhe enviar os votos de um rápido restabelecimento por essa malfadada gripe; compreendo-o melhor que ninguém, já que em Fevereiro também fui atacado por uma, de que nem me quero lembrar; confirme com o seu médico assistente que os ares do Porto são óptimos para essas convalesças e respeite o seu conselho tecnicamente abalizado e venha até cá; vai ver que se não arrependerá.
Temos mesmo que nos encontrar para uma luta de Titãs: no Porto fazê-lo-ei andar de bicicleta (ou não fosse eu filho do meu Pai) e prometo que, aquando da paga da sua vista tiver o prazer de ir a Cas(não)cais irei andar de mota com o meu distinto Amigo para “matar o borrego”, que já é mais que altura.
Penhorado lhe ficarei eu, se quiser pedir ao Caro Bic o meu endereço para falarmos nisso; bater o ferro é enquanto está quente, pois não será isso verdade?
Calorosos cumprimentos também para o meu Amigo.
De Inspector Jaap a 23 de Maio de 2012
Por razões técnicas, cá vai o resto:


Nothing compares to the simple pleasure of riding a bike.
~ John F. Kennedy 35th President of the United States

E, para finalizar:
Eu GOSTO muito der andar de bicicleta. Inspector Jaap
:)
Cumprimentos calorosos.
De Joe Bernard a 21 de Maio de 2012
Já agora, tudo que circula na via pública, deveria ter, obrigatoriamente, um seguro de terceiros!!!
Sim, porque se uma bicicleta atropelar um ser humano, não é propriamente uma carícia...
Sobre as ciclovias... isso é para os "nabos".
Os homens com agá grande, que se deslocam naqueles passeios, não andam em ciclovias: andam na estrada, se possível aos pares para atrapalhar essa malandragem dos automobilistas.
Eu também vejo isso em Cascais, onde a ciclovia da Marina ao Guincho, não é para os "craques" das camisolas coloridas, é só para os "nabos"!!!
Só nos faltava mais essa cambada...
De Bic Laranja a 22 de Maio de 2012
Sobre seguros cuido que tem razão (ou que será mediador).
Sobre ciclovias, não são para... São de...
Sobre homens não me pronuncio. Ciclistas, ases (sem aspas) do pedal, aprecio. E velocípedes como prescreve o código da estrada respeito.
Rodriguinhos e floreados quando há tanto essencial por arranjar na cidade é triste.
Cumpts.

De Inspector Jaap a 23 de Maio de 2012
Concordo consigo: desde que haja ciclovias, é por lá que as bicicletas devem andar; mas, mais uma vez, é a mentalidade latina em todo o seu esplendor; veja o que acontece com o estacionamento automóvel.
Cumpts
De Carlos Portugal a 23 de Maio de 2012
Tem toda a razão, Caro Inspector Jaap... Mas aqui por Cascais, há ciclovias a mais com bicicletas a menos, que muitas vezes circulam em grupos, lado a lado, pela via pública, frequentemente em contra-mão...

Cumprimentos
De Joe Bernard a 22 de Maio de 2012
Ñão, não sou mediador de seguros.
De Bic Laranja a 22 de Maio de 2012
:) Cumpts.
De CapCréus a 24 de Maio de 2012
Vou todos os dias para o trabalho de bicicleta, sendo portanto um dos animais que vai em cima da bicicleta.
Neste seguimento, sinto-me na obrigação de responder ao senhor Carlos Portugal que me parece nutre uma espécie de carinho especial pelas duas rodas a pedal.

O que me diz das pessoas que insistem em ir a passear nas ciclovias? E antes que me diga que coitadas não podem ir para outro sitio, avanço já com as ciclovias das avenidas novas e a do Jardim do Campo Grande.

Em todos os meios de transporte temos os bons e os maus. Certo? Ou nas motas é tudo uma cambada de anjos?
E agora que circula de automóvel deixa espaço para as bicicletas passarem?

Relativamente aos sinais vermelhos, saiba que em Paris, os que andam de bicicleta foram autorizados a passar esses mesmo semáforos mesmo estando vermelhos e tudo por uma questão de segurança.

Quanto aos cortes nas avenidas, nisso estamos de acordo.
De Carlos Portugal a 29 de Maio de 2012
Caro CapCréus:
Se tivesse seguido a minha conversa aqui com o Caríssimo Inspector Jaap, perceberia a minha antipatia por esse veículo... Mas cada um tem todo o direito de gostar de andar de bicicleta ou não. Não terá é o direito de tentar impor esse meio de transporte aos outros, ou ainda pior, tentar prejudicar a circulação de outros veículos, cometendo toda a espécie de barbaridades rodoviárias, como alguns fazem, especialmente aqui por Cascais... Um chegou a atropelar uma filha minha, ainda pequenina, numa passadeira e com o semáforo vermelho. Caiu, mas levantou-se e continuou, sem se importar com os estado em que a menina ficou...
Não estou, é claro, a dizer que o CapCréus seja assim, mas a maioria dos que para aqui andam são...
Agora, «por segurança» passar com os sinais vermelhos... só por brincadeira poderá dizer uma coisa dessas... Esses gauleses são loucos!
Cumprimentos.
De tron a 26 de Maio de 2012
Ainda esta semana tive que ir ao meu provedor de internet, ao meu neurologista e a consulta da asma e uma das formas de encurtar caminho para estes 3 locais é usar-se a Rua de S. José, acontece que a bendita rua está em tão mau estado que poderiam mudar o nome da rua de S.José para Rua Parte-Pernas ou Torce-Tornozelos (fiz 4 pequenos entorses, dois em cada lado)
De Bic Laranja a 29 de Maio de 2012
Se for para a porem ciclável logo a arranjarão. É atirar com a ideia ao Costa...
Cumpts.
De tron a 29 de Maio de 2012
e o dinheiro para revitalizar a cidade, ainda ontem vi ao anoitecer do jumbo de alfragide para a mnha casa e passei pela baixa e logo por volta das 9 da noite a baixa parecia um cemitério
De Bic Laranja a 30 de Maio de 2012
Cuido que no cemitério haja mais gente. Mas que sejam ambos lugares sepulcrais oncordo.
Cumpts.

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