De [s.n.] a 23 de Maio de 2012
Não posso com este homem. Assim que aparece numa televisão mudo logo de canal ou tiro o som até passarem a outra notícia. E não que não o apreciasse como político..., mas isso já vai para muito tempo. Desde que comecei a ver que como Presidente colaborou, para não dizer calou cobardemente, com todas as aldrabices, corrupções e escandaleiras do governo anterior sem dar sequer um ai, comecei a ter-lhe um pó que nem o vejo. Que Presidente é este que ratifica leis que são a maior das vergonhas para um país civilizado e cristão, algumas das quais fazendo-o mas, hipocrisia das hipocrisias, a contra-gosto, muito mais dizendo-se católico praticante(?) e posicionando-se polìticamente no centro-direita?!? Tratar-se-á de uma farsa monstruosa que vem representando primorosamente desde que acedeu ao primeiro cargo político? O mais certo é que tenha sido.
Honra lhe seja, enfiou-nos, a todos os que nele acreditámos votando nele e no seu partido, o barrete até aos pés - com aquele seu ar muito íntegro (fora os vários amigos do peito que sendo, como todos sabemos e ele muito melhor, do mais corrupto e até criminoso - pelo menos um - que há, os protegeu vergonhosamente até mais não poder!) de quem não parte um prato. Chega-se à conclusão de que este Presidente não serve para nada, habita o palácio presidencial ùnicamente para enfeitar as salas. Tal e qual o fazem os jarrões china-azul ou companhia das índias. Mais nada.

Parafraseando um amigo de família em relação aos algarvios de um modo geral, porque os conhece bem, pelo menos aqueles muitos com quem teve negócios: "são mouros, são uns aldrabões do pior"... (e alto lá que graças a Deus não são todos, digo eu, tenho algumas amigas algarvias que são impecáveis - serão estas a excepção à regra? Hummm...
Maria
De Inspector Jaap a 23 de Maio de 2012
Nem eu, cara Maria! A frase de abertura do verbete diz tudo… afinal estamos a falar de alguém que, pelo menos aqui atrasado, nem sabia quanto cantos tinham (por concordância formal) “Os Lusíadas”; tem pelo menos a personagem uma enorme virtude: a de me ter aberto os olhos; sim, que eu também enfiei o barrete, mas curei-me; NUNCA mais volto a votar até à próxima revolução.
Cumpts
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