De [s.n.] a 5 de Junho de 2012
Olhe, após o que descreve sobre esse volume e depois de ler o excerto transcrito, fiquei cheia de vontade de acabar esta colecção!
Comprei há muitos anos os primeiros 5 volumes. Depois por motivos variados, entre os quais ter outras despesas prioritárias e porque cada volume tinha um preço bastante elevado, fiquei-me por ali. Tendo ainda, para minha satisfação, obtido por parte do livreiro (isto tornou-se numa espécie de incentivo para a minha desistência temporária) a informação de que a colecção completa abarcaria, não quero mentir mas creio que mencionou 20 volumes e que os que ainda faltavam iam sendo editados a pouco e pouco... Perante tão agradável perspectiva decidi deixar os restantes volumes para mais tarde, porque teria muito tempo para adquiri-los e mais ainda para lê-los.
Os anos foram passando (estive fora diversas vezes, o que contribuiu em larga medida para o facto) e a verdade é que nunca mais comprei os que foram saíndo posteriormente. Mas ainda vou a tempo!

Gosto muito de ler tudo quanto escreve o Prof. Veríssimo Serrão. Saúdo a sua verticalidade política, honestidade intelectual, vasta cultura e amor à Pátria. Nunca esquecerei a carta aberta que ele escreveu a Freitas do Amaral, Min. dos N. Estrangeiros da altura, a rogar-lhe que autorizasse o regresso a Portugal do Prof. Marcelo Caetano, então já muito doente. Uma carta cheia de sentimentos cristãos e valores morais elevados, só atribuíveis a seres humanos superiores. Freitas do Amaral fez ouvidos de mercador (e de cobarde), não se dignou responder ao Prof. V. Serrão e não mexeu uma única palha perante um acto de caridade cristã para quem, além de seu padrinho, o tinha ajudado e não foi nada pouco (e mesmo que o não tivesse feito) cedendo-lhe um um salão no Ministério enquanto estudante em fim de curso e, para além de tudo o mais, tratando-se d'alguém que havia sido Primeiro Ministro de Portugal. Ou seja, esta criatura oportunista, ingrata e traidora (com as décadas decorridas e os ziguezagues políticos vergonhosos por ele praticados, hoje compreendem-se perfeitamente os motivos de tão vil procedimento) cuspiu na sopa de quem lha deu a comer. Quem assim procede só pode ter um designativo: canalha!
Maria
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