9 comentários:
De [s.n.] a 12 de Agosto de 2012
Ah, já me esquecia. Caso o prédio fosse demolido - e não o será por exclusiva vontade dos lisboetas - imediatamente antes de o ser, o seu precioso chão, provàvelmente em mogno e cerejeira, ia logo parar a casa de um dos apaniguados do sistema e os lindíssimos frescos dos tectos e paredes arrancados à martelada para irem embelezar a casa doutro da sua igualha. Eles, os 'democratas', não só querem o poder pelo poder como só se sentem satisfeitos se rodeados de luxos e honrarias, mas sobretudo se mergulhados em toneladas de dinheiro. Dinheiro este roubado aos povos das Nações em que lhes é ingènuamente franqueada a entrada. A partir desse dia azarado o fim dessas mesmas Nações fica traçado.
Maria
De Bic Laranja a 12 de Agosto de 2012
Mais provável é ser vendido a estrangeiros. Os animalejos por cá só apreciam pladur e aparite.
Cumpts.
De [s.n.] a 13 de Agosto de 2012
Exacto! E o que é mais, se apesar de tudo os apátridas avançarem com a demolição (contrariando o louvável e patriótico finca-pé de um grupo de valentes lisboetas) então o que eles farão de certezinha - caso não consigam retirar os frescos (que de resto interessam-lhes peva, broncos que são até dizer basta) em bloco e a tempo, o que me parece quase impossível - é mandarem picar as paredes e tectos. Estes serão tapados com tectos falsos e aquelas mal e porcamente repintalgadas, igualando em estética e beleza a prática criminosa (e horripilante) seguida pelos mesmos relativamente aos insubstituíveis frescos pombalinos.
Maria

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