A élite

Z. Bava, Expresso, 2/VII/2010.
O primeiro ministro

Pedro Coelho, O Diabo, 21/VIII/2012.
De Inspector Jaap a 6 de Setembro de 2012
Poderia até sugerir uma legenda para cada um dos alvares:
No caso do baba, há por aí a circular um vídeo em que ele faz a apologia do seu lusismo bem assim como da empresa que lhe enche o bolso, durante a qual os barbarismos utilizados C.E.O , board , chairman , performance, etc. e tal), serão aí por volta der 80% do que diz; lamentavelmente, ou talvez não, não o consigo localizar agora.
Quanto ao jovem de baixo proponho a seguinte:
Ai vocês acreditaram em mim quando eu disse que era contra o acordo gráfico? Ah, ah, ah! Enganei-vos bem!
Cumpts
De
tron a 14 de Setembro de 2012
quando eu era pirralho os CEO ou Chairmans eram os Sócios-Gerentes, presidentes de conselhos de administração ou no caso das fundações eram os presidentes da mesa ou da administração quanto muito admistradores-gerais.
a performace é a palavra inglesa e também francesa para desempneho (sobretudo inglesa e transitou para o francês sobretudo no período de domínio inglês de parte da França) e entrou em Portugal como forma de aliciamento de compradores sobretudo de produtos duráveis como automóveis, computadores, electrodomésticos etc. (leia-se aliciamento como marketing)
De Inspector Jaap a 14 de Setembro de 2012
Diz muito justamente, mas isso era no tempo de Portugal, lembra-se certamente, um país à beira-mar plantado, onde as pessoas viviam modestamente, se calhar, mas felizes e dignas – tempos em que era o Presidente dos EU que cá vinha para negociar o arrendamento das Lajes e que “não era pequeno”, como rezava uma das “cartilhas” do Estado Novo do ensino primário; agora tudo isso é obsoleto, pelo que convém “dar uma” de “jet-6” sempre que a oportunidade surja, para que sejam todos muito “in”. Desgraçados, todos eles!
Cumpts
Neill Lochery escreveu um livro interessante, O titulo: Lisboa A guerra nas sombras da cidade luz Editorial Presença, descreve a situação do nosso pais durante a II guerra, infelizmente não vinham cá negociar as Lajes, o nosso pais estava numa situação muito complicada, e como sempre os nossos dirigentes querem fazer passar o nosso pais, por aquilo que não é, somos um pequeno pais dirigido hoje como no passado por pelintras, talvez mérito ao Salazar porque soube manobrar numa situação , em que Portugal podia ter desaparecido do mapa.
Cumprimentos
Salazar soube fazê-lo, sim. Mas não se engane. Portugal então foi um jogador muitíssimo capaz nesse xadrez internacional. Hoje é um joguete. Desde 74 que é um joguete. Com peões sempre cada vez piores.
Cumpts.
Não conhecia o livro e agradeço-lhe a sua menção. Porém lhe digo desde já que me bastou meia dúzia de linhas para descartar imediatamente a edição portuguesa, por ser impressa nessa intragável e aviltante ortografia brasileira que o governo quis meter em Portugal.
Depois, do que vi, o rigor histórico não é lá muito afinado. Os mapas são anacrónicos; logo no primeiro mete-se olhos dentro o Largo do Martim Moniz com as dimensões iguais às de hoje quando as demolições da Mouraria só começaram em 1946, depois de finda a 2.ª Grande Guerra, portanto. Não sei se as velhas vielas da Mouraria interessavam para poiso da espionagem que por aqui passava. Mas que eram o cenário real ao tempo, eram.
Diz que Salazar tinha chegado ao poder com a instauração do Estado Novo em 1932. Ora o Estado Novo só é oficial em 1933 com entrada em vigor da nova Constituição; e Salazar já era ministro das finanças desde 1928. A nomenclatura usada para as pastas do governo é a actual; chama primeiro-ministro ao presidente do conselho, administação interna à pasta do Interior e... -- Melhor é ficarmos por aqui.
São pormenores, mascomo sói agora dizer-se parafraseando a maneira amaricana, o diabo esconde-se é nos detalhes. Não me leve a mal este arrazoado com base em três páginas da introdução. Provavelmente o público em geral nem se importa com estas coisas. De toda a maneira, se tiver eu de o ler não será senão na edição inglesa.
Cumpts.
boa noite, o que deu interesse no livro foi a parte intriga, espionagem, sabendo que muitas coisas passadas em Lisboa, foram minimizadas, tanto pelo cinema como pela imprensa mundial, também descreve bem como é que os alemães manipularam a opinião publica, coisa que não há muito tempo foi falada na comunicação social " a invasão de Portugal pelos espanhóis " etc. etc. quanto as fotos penso que não deve de haver muita matéria e o autor foi ao supermercado da internet que é o site da Gulbenkian , aonde nos costumamos fazer as nossas "compras" quanto a ortográfica sou de acordo consigo, em Portugal comparado com outros países , já nem falo da França aonde vivo) lê-se tão pouco, se como meio de protestação vamos boicotar o acordo ortográfica na literatura acaba-se a edição no nosso pais.
Ps. Até a nossa identidade foi vendida ao diabo, pelos políticos , seria tb interessante de aproveitar esta vaga de contestação para anular este acordo com o diabo.
Cump.
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