De Sc a 11 de Setembro de 2012
Caro Bico Laranja,

Se está em Camilo e em Eça e em... quer apenas dizer que a construção está legitimada e, mais do que isso, "especializada". Quando é assim, não devemos dizer "erro!" mas anotar que esse uso também é correcto. Quem faz a gramática é o povo e são os grandes génios. Se ambos coincidem... contradizê-los faz-nos cair a nós num vício gramatical denominado "preciosismo" que, de tão correcto querer ser, acaba por ser, muito francamente falando, mau português.
E, se virmos bem, até pode haver distinções subtis, as tais "especializações" que referia. Queira verificar aqui: http://educacao.uol.com.br/dicas-portugues/ha-e-havia-uma-questao-de-aspecto.jhtm
Fui ver todos os "links" que indicou. No livro de Menezes e no loc. cit. há é um caso desagradável de endorreia.
De Bico Laranja a 11 de Setembro de 2012
Segui a remissão que me deixou e a única distinção (nada) subtil que se lá menciona é a da justificação de «há» por «havia» com o tempo do enunciado; já aqui ffoi falado. Mais afirmativamente, há-de ter notado, o artigo corrobora o sobretudo o «preciosismo» ante a (aqui descoberta) correcção dos clássicos.
Eis-me pois cá. Eu precioso e o(a) jornalista(o?), afinal, estribado(a) aos clássicos. Sabê-lo-á o(a) dito(a)?
Passo a endorreia. É assunto dos trópicos, não meu.
Grato pelo seu comentário. :)
Comentar:
De
  (moderado)
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Este Blog tem comentários moderados

(moderado)
Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres




O dono deste Blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.