9 comentários:
De Textículos a 6 de Novembro de 2012
Ministro da Educação que ensina ignorância
http://jovempan.uol.com.br/videos/ministro-da-educacao-que-ensina-ignorancia-56990,1,0
De Bic Laranja a 7 de Novembro de 2012
Sim. E dialéctica leva cê.
Cumpts.
De Pedro Freire a 6 de Novembro de 2012
Até eu sei que "alegria" não é um adjectivo. Mas a fotografia não prova que o ministro não o saiba. Não parece ter sido ele que escreveu o disparate, visto que é nitidamente letra de criança, como aliás diz o comentário. O ministro até está de costas para o quadro e nada prova que tenha sequer lido o que está escrito. Mesmo que tenha lido, não parece que fosse apropriado alertar a professora, e muito menos os alunos, para o erro. Nada prova que a criança tenha sido "assim ensinada". O comentário diz que "o erro grosseiro" fica "assim, e com ironia, associado ao Ministro". Esta conclusão parece-me abusiva.
De Bic Laranja a 6 de Novembro de 2012
Vossemecê tem a certeza que sabe que alegria não é adjectivo?
Até amanhã.
De Pedro Freire a 7 de Novembro de 2012
A certeza, certezinha, não tenho, porque até sou pela dúvida metódica. Nem ponho as mãos no fogo por isso. Mas quem escreveu o texto disse que era um erro grosseiro e portanto deve ter a certeza, ou pelo menos um palpite.
De Bic Laranja a 7 de Novembro de 2012
Vossemecê é um brincalhão. Mas na dúvida pode ser coisa pior...
Cumpts.
De Inspector Jaap a 9 de Novembro de 2012
Na dúvida, o que me parece é que vossemecê, de facto, deve ser coisa pior, a saber:
a) Dos que içou a bandeira ao contrário – por uma vez fez o que devia, ainda que por ignorância.
b) Dos basbaques se sorriam enlevados pelo acontecimento.
Ora vamos lá a analisar (se calhar a si assenta melhor o barbarismo “desconstruir”) a sua análise:
- Até eu sei que "alegria" não é um adjectivo.
Óptimo, mas lá que acho piada ao “até”, lá isso acho, como também acho que, se coloca correctamente no grupo social em que se insere e no qual deve ser tomado como culto; afinal sempre sabe mais que a sorridente “regenta”…mas, espere, afinal vossemecê não sabe se sabe, pelo que retiro o que escrevi.
- Mas a fotografia não prova que o ministro não o saiba. Não parece ter sido ele que escreveu o disparate, visto que é nitidamente letra de criança, como aliás diz o comentário. O ministro até está de costas para o quadro e nada prova que tenha sequer lido o que está escrito.
Olhe que ele está de costas para o quadro para mandar calar o aluno que observou que o adjectivo era afinal um substantivo abstracto, e, como não lhe vê as mãos, não sabe se estão, ou não, sujas de pó de giz, pelo que bem podia ter sido ele, não acha? Ponha lá a sua dúvida metódica a funcionar e veja a que conclusão chega.
- Mesmo que tenha lido, não parece que fosse apropriado alertar a professora, e muito menos os alunos, para o erro. Nada prova que a criança tenha sido "assim ensinada".
Decida-se homem que “aquilo” foi escrito:
1- Pelo ministro, ou
2- Pela “regenta” que irradia felicidade, ou
3- Pela pobre criança que está ser estropiada mentalmente por essa corja de analfabetos que dobram a cerviz a esta ignomínia; e, se foi ela, então é porque foi mesmo assim ensinada… ou não?
- O comentário diz que "o erro grosseiro" fica "assim, e com ironia, associado ao Ministro". Esta conclusão parece-me abusiva.
Parece? Então ponha lá a sua já famosa dúvida metódica a funcionar e veja a que conclusão chega. (Ajuda: é uma das 3 opções acima).
Cumpts
De Bic Laranja a 10 de Novembro de 2012
Et voilá!

Cumpts.
De ASeverino a 13 de Novembro de 2012
Mas oh Pedro, tem dúvida que esta gente é tudo uma cambada de ignorantes? mas ainda tem dúvidas ou anda cá para ver os eléctricos (se ainda os houver....)

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