7 comentários:
De tron a 20 de Março de 2013
Hoje o que o Parlamento cipriota fez a troika e de forma indirecta ao euro foi aquilo que o ex-secretário de estado da Cultura mandou fazer aos fiscais das finanças se lhe viessem pedir a factura e é uma frase de nível reles usada na forma que foi dita pelo antigo titular da pasta da Cultura foi dita à brasileira embora se oiça em alguns locais a forma lusitana de tal frase que nada tem a haver com tomar, mas sim levar e não digo onde porque quero ser o mais civilizado possível
De [s.n.] a 21 de Março de 2013
Olhe, aproveitando este seu oportuno escrito e afastando-me ligeiramente dele, mas não tanto quanto isso e ligando a deputada Gomes ao tema que uma das últimas edições da Visão desenvolvia em artigo no interior, com ela na capa nos seus heróicos tempos de revolucionária, 'profissão' que ainda não abandonou, mais uns tantos velhacos da mesma índole, constato não muito admirada que os revolucionários, ali em fotos da juventude, afinal são os mesmos que estão hoje pràticamente todos em cargos políticos de topo, alguns dos quais de extrema responsabilidade por se situarem ao nível da Justiça e portanto com a vida dos portugueses literalmente nas mãos, eram todos eles criminosos ou ladrões - desviaram aviões, assaltaram o Banco de Portugal e inúmeros bancos privados, casas particulares, palácios e palacetes e Embaixadas com o fito exclusivo de destruir e roubar bens patrimoniais valiosos cujos altíssimos custos vieram a recair sobre o Estado português, isto é sobre todos nós, que os pagou com língua de palmo; mataram bebés, crianças e adultos indefesos e fartaram-se de lançar bombas contra gente inocente, tudo isto praticado sem remorsos nem piedade, antes vangloriando-se do mal infligido. Os actos praticados traduziram-se em um nunca mais acabar de vingança, oportunismo, maldade, inveja, ganância e sobretudo ódio. Ódio a Portugal e aos portugueses.

Eis a massa pútrida de que é feita a ignóbil gente que à custa de mentiras e falcatruas monumentais usurpou o poder e nele se quer perpetuar.

Concluíndo. O poder d'então, que se prolongou até hoje, no qual se acoitavam/acoitam centenas de malfeitores, precisou destes criminosos para ascender ao poder. Claro que lhes foi prometida uma bruta paga a médio prazo, que foi colocá-los, um a um, nos principais cargos administrativos do Estado, ou seja, na Economia, nas Finanças, na Justiça, etc. E até, imagine-se onde chegou a desvergonha inaudita destes escroques, elevar a presidente da União Europeia (com o beneplácito de Bush-filho) um assaltante da Embaixada de Espanha!!!

Não admira portanto que os gangues do passado que governam no presente, prendam os criminosos num dia e os soltem no dia seguinte; que os ladrões de colarinho branco roubem centenas de milhões e sejam deixados em paz; que as crianças desaparecidas nunca mais sejam encontradas; que os assaltantes assaltem bancos, ourivesarias, lojas e casa particulares e matem pessoas no acto, mesmo à luz do dia, sem que sejam mìnimamente incomodados.
É esta gente iníqua que, para nossa infinita desgraça, tem o destino de Portugal e dos portugueses na palma das suas mãos assassinas.

Por fim restam os lacaios não criminosos, mas nem por isso menos perigosos, que são os baladeiros e os jornaleiros e os escritores feitos à pressa, que se arrastam pelos jornais, revistas e televisões e lançam livros, muitos deles desde há quarenta anos e ao que parece não roubaram nem assaltaram, mas que também fizeram e continuam a fazer fretes (e não pequenos) ao poder, do qual aliás dependem como os cães pisteiros do seu dono. Estes todos têm a vida, a deles, das famílias e dos amigos, assegurada até ao fim dos seus dias. Se dúvidas houver sobre quem são, basta reparar nos nomes e apelidos de quem escreve nos jornais e revistas e publica livros e quem entra nos programas, filmes, documentários, novelas, das várias televisões e em particular na do Estado. E quando não se trata de actores, jornalistas, politólogos, comentadores, opinadores, etc., basta passar os olhos pela ficha técnica dos programas de todas as televisões, que os que faltam ali estão aqui.
Maria
De [s.n.] a 21 de Março de 2013
Leia-se "presidente da Comissão Europeia" e não da União Europeia... Enganei-me na designação do cargo mas só por antecipação..., é que se ele se portar d'acordo com os cânones estabelecidos pelos donos do mundo, com o tempo lá chegará.
Maria
De Bic Laranja a 21 de Março de 2013
Narcisos. Não odeiam tanto como o desmedidamente que amam as própria ventas. Ganharam crença à revolução porque tinham cabeça oca e sem préstimo. A acção revolucionária foi o «cursus honorum» destes irresponsáveis. Já o dos que vieram a seguir foi ainda mais estúpida: colar cartazes e venerar (sabe-se lá como) os primeiros. De inúteis irresponsáveis a inúteis lambe-botas temos progredindo imenso na aurea mediocritas democrática. E ainda agora é vê-los, todos, refastelados orgìacamente no seu olimpozinho de fancaria a fuçarem no que resta da penúria que armaram, antes de se porem definitvamente a cavar para serventes de quem lhes continue a atirar umas cenouras. Haviam de ser corridos à pedrada.
A História bem os julgará.
Cumpts.
De [s.n.] a 22 de Março de 2013
Tal e qual! Fartei-me de rir com as analogias e metáforas..., não esquecendo os epítetos excepcionalmente bem aplicados:) Uma delícia. Mais dissera e mais acertara.
Maria
De tron a 24 de Março de 2013
Esta senhora está a ter consciência do que diz ? Muitos dos satélites da Sra. Merkel são países com governos socialistas e muitos dos seus líderes são supostos amigos e/ou ídolos desta senhora (François Hollande, na França; por exemplo).
Está visto que ela anda usar os mesmos produtos que os Pink Floyd ou os Rolling Stones usavam como "produto recreativo"
De Bic Laranja a 29 de Março de 2013
Como, tem consciência do que diz?! Se se atropela no jorro que lhe sai da matraca!...
...
Aqui entre nós acho que ela leu estas linhas, que não são simpáticas, e esta semana preparou um textozinho. Ouvi-a declamá-lo pausadamente na crónica de dia 26 no «Conselho Superior». Fê-lo com voz de sono, mas livrou-se do habitual tropel de disparates em que se perde, pois bem. Parabéns!

Cumpts.

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