6 comentários:
De Paulo Cunha Porto a 21 de Março de 2013
Meu Caro Bic,
tanta promoção do para é tudo menos para...doxal, o Próprio Amigo dá no texto a razão:
estes brilhantes pedagogos, digo pedagagás, devem, com a acefalia preguiçosa e característica, ter pensado que rachar as criancinhas entre o acordês e o Português era maneira enxuta de lhes ensimar uma língua (a) mais.

Abraço
De Bic Laranja a 21 de Março de 2013
O meu prezado Paulo decompõe magnificamente o caso. Sucede que a (e)laboração daqueles bestuntos é unicamente oleada a cifrões. A educação das crianças não os move. Aliás, vê-se do estrago.
Abraço :)
De vsc a 21 de Março de 2013
"quem rapidamente podia ter mão nele faz de autista"

Faz de cobarde, que a maçonaria, feroz adepta do "acordo" ( siga o critério e não terá surpresas nem nas adesões nem na maior parte dos silêncios), que a maçonaria chama a este país coisa sua que se pode oferecer a amigos e não gosta que a contrariem.
De Bic Laranja a 21 de Março de 2013
Sim. Sente-se a obra dos filhos da viúva. Haverá maneira de nos livramos de tudo isto?
Cumpts.
De Joe Bernard a 28 de Março de 2013
A propósito da imagem: Nunca percebi terem escrito STOP em vez de PARE.
Se era por causa dos estrangeiros, o formato e cor do sinal dizem tudo.
Aqui tenho de elogiar o Brasil, onde o idiota STOP é o coerente PARE!
De Bic Laranja a 28 de Março de 2013
Há coisas que se não explicam. No Quebeque os sinais dizem «Arrêt»; em França dizem «stop».
Cumpts.

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