De Dalatando a 20 de Dezembro de 2013
Ena pai! As fotografias que publica são de uma nostalgia saudável, mas a acidez com que critica os novos tempos não são consentâneos com a abertura de espírito necessária para a interpretação e assimilação desta antiga realidade por quem não a viveu.
Já me revi no 27, que apanhava na Borges Carneiro, de inverno ficava cheio de frieiras, no 22 para o Alto de Santo Amaro que passava na Estrela, no eléctrico do bilhete operário que ligava Belém ao Alto de S.João , nas ruínas do Mundo Português em Belém , no 25 Estrela / Gomes Freire para namorar, mas nos homens de gabardina e bigode à sul americano não me consigo rever, por favor, recordar é viver saudavelmente , não há presente sem passado, os serôdios podem ter graça e audiência , mas não conseguem evitar a realidade.
De Bic Laranja a 20 de Dezembro de 2013
Cá está! Sempre havia de aparecer quem etiquetasse os homens de gabardina como previsto.
Obrigado pela nota de apreço e... deixe lá os serôdios. A prova de que a realidade lhes não escapa é a tal acidez da crítica. Haja abertura de espírito para a entender.
Um Santo Natal é o que desejo!
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