De jo a 29 de Abril de 2013
Morreu 40 anos depois sem chegar ao fim. Deixou outros a acabar o que começou. Para quem sabia o caminho não está mal.
Para isso prendeu espancou e assassinou opositores, proibiu que falassem contra ele, convenceu-se que detinha a verdade e logo o poder de calar os outros.
Não conseguiu desenredar uma guerra e conseguiu que um país que não participou na guerra fosse o mais pobre e miserável da Europa Ocidental.
De mujahedin a 29 de Abril de 2013
Diga lá o nome de quem foi que ele espancou e assassinou, a ver se é capaz.


Presos todos sabemos que muitos foram.
Pela amostra que hoje tenho, a maioria deveria lá ter ficado.

Não sei se estava convencido de que detinha a verdade, mas cá eu estou (que ele a detinha). E não é preciso ser muito inteligente para chegar a essa conclusão. Basta não ter palas por olhos, nem calhau por cabeça.

Se se não conseguiu desenredar de uma guerra, também foi uma em que se não enredou, antes o enredaram a ele e a nós todos.

Quanto a conseguir que um país que não participasse na guerra (refere-se, provavelmente,à segunda mundial) fosse o mais pobre miserável da Europa Ocidental, creio que lhe atribui mais do que o justo quinhão: o dr. Salazar conseguiu um país que não participasse na guerra, de facto - e isso apenas, é (devia ser) digno da maior consideração e respeito por quem se der ao trabalho de procurar conhecer um pouco dos horrores e tragédias que sucederam aos infelizes que não souberam ou não puderam fazer o mesmo. Outros antes dele não no conseguiram fazer e centos de milhares de vidas portuguesas se perderam lá longe, onde não havia nada que interessasse, devido a essa inabilidade.
Quanto ao país mais pobre e miserável da Europa Ocidental, isso, não foi o dr. Salazar que o conseguiu. Isso é proeza de maior antiguidade, à qual não são alheios os mesmos incapazes responsáveis pelo cento de milhar de vidas acima referidas.
Recebeu-o assim e deixou-o a crescer acima da média dessa Europa. Deixo-o dotado de pontes, estradas, portos, estaleiros, siderurgias, aeroportos, com um orçamento que permitia manter tudo isto, sustentar a defesa nacional e fomentar a actividade económica.

De facto, para quem sabia o caminho, não está mal. Está pelo menos melhor que qualquer outro em muitas centenas de anos.

Ah! E nunca ficou - nem os portugueses sob ele - a dever nada a ninguém! O mesmo, escusado será dizê-lo, afirmar dos que "em libardade" lhe sucederam.




De mujahedin a 29 de Abril de 2013
Correcção:

O mesmo, escusado será dizê-lo, se não pode afirmar dos que "em libardade" lhe sucederam.
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