De [s.n.] a 30 de Abril de 2013
Subscrevo palavra por palavra tudo quanto o comentador Mujahedin escreveu sobre o Dr. Salazar.
O meu pai foi um republicano dos pés à cabeça até ao dia que faleceu. Infelizmente não viveu o suficiente para ver a bandalheira em que se transformou o país graças à 'democracia' e aos escroques que a personificam às mil maravilhas.
Não sendo apologista do Estado Novo, o meu pai nunca disse uma palavra menos agradável a respeito do Dr. Salazar. Já adulta, por vezes interrogava-me sobre o porquê dele nunca ter criticado verdadeiramente o regime nem o seu mentor. Hoje sei o motivo. O meu
pai mantinha frequentes conversas sobre política com amigos republicanos. Também o fazia amiúde com o seu ortopedista, Prof. Vasconcelos Marques, que por simples coincidência um dos médicos particulares do Presidente do Conselho. Dessas trocas de impressões resultaram os elogios que uma ou outra vez tecia a respeito do Dr. Salazar.

Que Salazar mandava matar oposicionistas? Uma rotunda mentira. Quem o fez desde o dia 25/4 e não foram poucos os infelizes mortos à traição, foram os grandes democratas a todos quantos se opunham abertamente à política marxista que eles quiseram - e continuam a querer - instaurar no país.
Que Salazar mandava calar quem criticasse o regime? Novamente mentira. Quem desejasse podia fazê-lo à vontade, o que estava terminantemente proibido era conspirar ou atentar contra a Pátria. E ainda bem. Foi exactamente o que fizeram os marxistas e socialistas assim que alcançaram o poder. Carradas de razão tinha o Dr. Salazar em lhes barrar a entrada no país durante décadas. Veja-se no que deu assim que tal lhes foi permitido.
Que não havia liberdade no Estado Novo? Havia, sim senhor. O que não havia era libertinagem (nem droga, nem redes de pedofilia, nem tráfico de mulheres, crianças e orgãos, nem mega-corrupção da classe política, nem assaltos aos cofres do Estado pelos próprios governantes), o que é uma coisa totalmente diferente. Sendo esta a imagem degradante que ficará colada como grude ao presente regime e aos seus dirigentes, para todo o sempre.

O Dr. Salazar podia ter alguns defeitos e tê-los-ia de certeza. Mas possuía três qualidades supremas que suplantavam e anulavam todos aqueles. Era um político íntegro, um Patriota avant-la-lettre e um Governante superiormente inteligente, qualidades que, conjuntamente com mais algumas, lhe permitiam conhecer perfeitamente o povo (do qual ele provinha e também por isso) e governar para bem deste e do país. Eis as principais qualidades que
fazem um Estadista. E o Dr. Salazar foi-o sem sombra de dúvida. É por estas e por outras que os abutres que nos despedaçaram o país, continuam a dedicar-lhe um ódio de estimação tantos anos após o seu desaparecimento. Ódio este, sinónimo de inveja e ciúme (aquela, pela sua patriótica governação e este, porque o povo jamais o esquecerá) que os traidores nunca conseguirão ultrapassar por mais anos que vivam.
Maria

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