9 comentários:
De Marcos Pinho de Escobar a 3 de Maio de 2013
Espectacular! E pensar que ali à direita havia todo aquele campo! Tenho a impressão de que foram arrancadas as letras de bronze da pedra que marca a inauguração - decerto para preservação da memória histórica.
Abraço
De Bic Laranja a 4 de Maio de 2013
O horizonte à direita é o Monsanto sem arvoredo que se visse.
As letras de bronze, se as levaram, são compensadas com o vistoso letreiro luminoso que lhe puseram por cima. Avista-se lindamente da 2.ª circular e fazia falta aos automobilistas que se ali amontoam em hora de ponta.
Cumpts.
De Daniel a 4 de Maio de 2013
Este edificio pode ser considerado como de estilo Estado Novo? ou Portugues Suave. Estava aqui numa discussao sobre este assunto e gostava de saber qual a sua opiniao.
De Bic Laranja a 6 de Maio de 2013
Não o considero Português Suave, embora se enquadre no característico do Estado Novo, particularmente pela evidência e grandeza que são atributos dum estado forte e que interessaria manifestar nos edifícios públicos como símbolo do poder do Estado como tribunais, escolas, correios, etc.. Alguns chamam-lhe propaganda de regime. Outros ainda apõem-lhe ideològicamente o adjectivo «fachista», como ou sem o primeiro «a» aberto. Na essência não difere duma nova ponte, a não ser no tamanho da patuscada da inauguração e na derrapagem da conta.
Cumpts.
De [s.n.] a 5 de Maio de 2013
Harmonia, impecabilidade, excelente perspectiva, um projecto quase perfeito. A visão global é magnífica. Por mim só um senão, o edifício em si é demasiado moderno para o meu gosto. Mas aceita-se perfeitamente tendo em conta a época e o fim a que se destinava.
Maria
De Bic Laranja a 6 de Maio de 2013
Talvez seja antiquado. A estética (entendida e ensinada) evoluiu muito graças à inovação e ao «marketing». Hoje qualquer artista Vasconcelos faria muito melhor com um trem de cozinha ou a sucata da Transtejo.
(Interrogo-me se a tal Vasconcelos cacilheira faz ideia do que sejam varinos ou fragatas...)
Cumpts.
De Júlio Almeida a 21 de Maio de 2013
Por morar muito próximo acompanhei de perto a construção e, mais adiante, a inauguração do Hospital de Santa Maria. Porém, quando três anos depois necessitei de a ele acorrer para me acudirem num caso de intoxicação, fiquei decepcionado com a recepção: segundo o que me disseram não tinham o material necessário para proceder a uma lavagem ao estomago. Era de madrugada e tive de recorrer ao Hospital de S. José. Chegado ao então já velhinho serviço público de saúde, logo me acudiram. Um jarro de lata pintada de branco (igual ao que eu tinha em casa ao lado do lavatório), cheio de água, e um tubo de borracha metido pela boca a baixo revolveram o problema. Só alguns anos depois, noutras circunstâncias, por sinal bem mais complexas, consegui ganhar confiança no Hospital de Santa Maria. Curiosamente, meio século passado e depois de dezenas de idas ao imenso edifício ainda hoje não consigo entender-me com o complexo sistema de corredores e elevadores que me levam sempre aonde não preciso de ir. Paciência. Vem a propósito sublinhar a minha satisfação pela última benfeitoria introduzida: o parque de estacionamento para os utentes. Custou mas arrecadou!
Cumprimentos
De Bic Laranja a 23 de Maio de 2013
Um hospital de 1953 a querer ombrear com os maiores centros comerciais de subúrbio da Península Ibérica?
Cumpts.
De Bic Laranja a 23 de Maio de 2013
Pegando no estacionamento com taxímetros relembro a melhoria de vulto que foi a farmácia em concessão (a modos de barracas da praia) com inaguração pelo último boneco de cera que tivemos.
Cumpts.

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