Domingo, 2 de Junho de 2013

A tia M.ª da Conceição e o Tio Zé Lapa em Junho de 1939?

 O sr. de chapéu com a senhora pelo braço faziam um casal distincto. -- Ninguém me tira da ideia de que iam ali a tia Maria da Conceição e o tio Zé Lapa. Apanhados pelo photographo?! A scena é na Azinhaga do Areeiro, ao fundo da Calçada da Ladeira.

Azinhaga do Areeiro ao fundo da Calçada da Ladeira, Lisboa (E. Portugal, 1939)
Local onde foi construída a fonte monumental da Alameda de D. Afonso Henriques, Az. do Areeiro (R. Carvalho Araújo), 1939.
Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 07:37
Verbete | comentar
28 comentários:
De Helena Águas a 2 de Junho de 2013
bom dia! não encontro o teu mail por aqui e no fb já não constas... tenho umas coisas para te mandar. como se faz? :)
De Bic Laranja a 2 de Junho de 2013
Bom dia!
Biclaranja (a) sapo.pt
De Rosa a 3 de Junho de 2013
É impressão minha ou esta fotografia é exactamente do local onde existe hoje a fonte luminosa?
De Bic Laranja a 3 de Junho de 2013
Exactamente.
De Rosa a 3 de Junho de 2013
A minha alma está parva! :) E não é que eu morei naquele prédio do cantinho esquerdo da fotografia.
De Bic Laranja a 3 de Junho de 2013
O do fundo das escadinhas? Ficou com a entrada escondida por ter sido construído à cota da velha Az. do Areeiro (a Abade Faria; v. como esta azinhaga serpenteava e como o terreno era desnivelado a caminho do Areeiro). O desenho das rampas da Alameda com passeios largos foi implacável com o seu r/c.
Cumpts. :)
De Mário cruz a 3 de Junho de 2013
Caro BIC
Panorâmica sobre a zona do Areeiro
Data(s): 1947-11
Nível de descrição : Documento simples - Fotografia
Autor(es):
Portugal, Eduardo.1900-1958, fotógrafo
Cota antiga: POR059974
B095749
N
Assunto: Paisagem rural / Panorâmica
Rua / Local: Areeiro
Cidade: Lisboa
Concelho: Lisboa
País: Portugal
Código de referência: PT/AMLSB/POR/059974

Retiro perna de pau? Guilhermina Sugia em construção? Av gago coutinho já rasgada...
Cumprimentos
De Bic Laranja a 3 de Junho de 2013
Av. do Aeroporto já rasgada por detrás do retiro da Perna de Pau.
R. Guilhermina Suggia em aterro para cá do muro de Estrada de Sacavém, em terras da Quinta dos Lagares de el-Rei.
Cumpts.
De Mário Cruz a 3 de Junho de 2013
Veja também

Panorâmica sobre a zona do Areeiro tirada dos Lagares d' El Rei
Data(s): 1947-11
Nível de descrição : Documento simples - Fotografia
Autor(es):
Portugal, Eduardo.1900-1958, fotógrafo
Cota antiga: POR059975
B095750

cumprimentos
De Bic Laranja a 3 de Junho de 2013
Panorâmica anterior rodando para o Areeiro, apanhando o apeadeiro, o aterro da Frei Miguel Contreiras (dir.; note bem a altura deste aterro), o da Guilermina Suggia (esq.), com vista para o casario velho do Areeiro desde a linha de cintura até ao planalto da Quinta das Ameias ou Casal Vistoso.
A casa de janelas neogóticas acima da Adega Victoria ainda existe.
Cumpts.
De Eduardo Petersen a 27 de Outubro de 2014
Fico contente por ver esta fotografia,bem como a do portão da quinta do alperche.
A quinta pertenceu ao meu bisavô Prof. Álvaro Raymundo Lopes Valladas, que nasceu na Quinta da Ladeira, onde vivia o seu pai, Engº Manuel Raymundo Lopes Valladas, e nela viveu até à sua morte em 1917, passando o meu tio avô Silvestre Bernardo Lima Valladas a viver nela até à expropriação, no princípio da década de 30. A minha tia avó, única pessoa que conheci, dava a indicação de que a casa principal se situava, como refere no blog, mais para onde é a R. Acúrcio das Neves.
Não tenho nenhuma fotografia da casa, e muito gostaria que ela aparecesse neste blog. tenho a ideia da minha tia avó se referir a ela como um palacete, que tinha nove janelas de sacada.
A casa que ainda hoje existe na R. do Garrido é a da quinta do alperce, que de facto não se confunde com a quinta do alperche.
Já agora, nesta foto, o muro ao lado direito do portão, ou seja, o muro que do lado direito define a calçada da Ladeira, era o da quinta da Ladeira? Penso que sim.
Obrigado.
Eduardo Petersen
De Bic Laranja a 29 de Outubro de 2014
Precioso comentário, que lhe muito agradeço.

Antes de mais, cuido que lhe interessará ref.ª ao seu avô no Arquivo Municipal a respeito da escritura de expropriação e indemnização da quinta dos prédios n.º 14 e 16 da Calçada da Ladeira. A data é 30 de Maio de1941.

Da quinta do Alperche não achei té agora senão um vislumbre da casa. Talvez ainda se venha a achar algo melhor...

O muro à direita era da quinta do Sabido, e não tenho agora a certeza se seria conhecida como quinta da Ladeira. Todavia pelos anos 20 ou 30 houve uma Soc. da Quinta da Ladeira com projectos de loteamento e urbanização dos domínios do tal Sabido, que tambem possuía a quinta do Casal Vistoso, ao Areeiro, além dum negócio de materiais de construção.

Cumpts.
De Eduardo Petersen a 29 de Outubro de 2014
Muitissimo obrigado, Bic Laranja, é de facto interessante a quitação. A minha tia-avó, mulher do Silvestre Bernardo Lima Valladas, falou-me de ambas as quintas quando eu era miúdo, e já faleceu há 30 e tal anos. Portanto fiquei só com essas memórias de infância e tinha a ideia da expropriação ser anterior.
Quanto ao vislumbre da casa, realmente é com muito esforço, já tinha visto esta fotografia e não encontrei nela a casa, mas vou ver melhor. A casa branca ao alto é que ainda hoje existe na R. Garrido?
Quanto à Quinta da Ladeira, não posso afirmar se ela pertenceu ao meu trisavô ou se era alugada, não seria normal. O meu trisavô nasceu em 1824, terá casado em 1842, uma outra vez mais tarde, e creio e morreu na última década do séc. XIX. Desta quinta só sei que tinha um lago e uma escadaria com três relógios de pé alto. A minha dúvida sobre se o muro do lado direito é o da Quinta da Ladeira é apenas porque, num mapa de Lisboa em 1930, que tenho, a Quinta da Ladeira é separada da Quinta do Alperche por uma rua, suponho que a Calçada ou Azinhaga da Ladeira.
Fico à espera de ver se alguém consegue contribuir com uma foto da casa principal do Alperche. As que eu tenho são de família, no exterior da casa, mas vêem-se apenas as pessoas sentadas num banco, com uma parede escura por trás, e nada se percebe da casa. Tenho ideia que a casa seria vermelha escura.
Muito obrigado.
Eduardo Petersen
De Bic Laranja a 29 de Outubro de 2014
A casa grande no alto é o Casal Vistoso, ao Areeiro. A casa da Quinta do Alperche é mais cá, quase a par duma fiada de casinhas que se vêem a meio da fotografia, mas do lado oposto da azinhaga. Fica algo recuada (para a dir.) do muro do caminho. Percebe-se vagamente um moinho de aerobomba para elevar água, mas tudo o resto só com boa vontade...
Obrigado eu!
De Maria ALMEIDA a 18 de Fevereiro de 2020
Se estiver interessado tenho dados e fotos da Quinta
De Bic Laranja a 1 de Março de 2020
Se nos puder esclarecer um pouco melhor, e se as fotografias ajudam, sim Obrigado!
Releeio os comentários acima e fico intrigado, porquanto o Sr. Petersen refere uma casa de nove janelas de sacada situada mais no plano da Azinhaga do Areeiro (ou da Rua José Acúrsio das Neves) e esta a que se refere que cuido seja sobranceira à Aleameda e algo recuada, tem seis janelas.
O Sr. Petersen também distingue as quintas do Alperce e do Alperche, o que me intriga, porque são sinónimos e o levantamento da planta de Lisboa de 1904-1911 (planta 12 L), não há duas, mas tão só uma quinta, designada do Alperche.
Relendo o que já vai dito e empreendendo novamente nesta questão, verifico que o Sr. Petersen distinguia, afinal, um talhão no canto SE da Quinta do Alperche com a qual confrontava a N e a O, confrontando a S com a Calçada da Ladeira e a E com um larguinho traseiro às primeiras casa da Rua do Garrido que se abria ao cimo das escadinhas da Calçada da Ladeira.
Pode perceber-se bem por aqui…
Cumpts.
De [s.n.] a 21 de Maio de 2020
Sobre o alperche isto ajudará?
Título:
[Escritura de concessão]
Data(s):
1933-03-13
Dimensão e suporte:
Dimensão: 17 f. (300 x 200 mm)
Suporte: Papel
Âmbito e conteúdo:
Escritura de concessão a Manuel Travassos de Almeida e sua esposa, para construção de diversas ruas, na quinta do Alperche, antiga quinta do Monte Agudo, na rua da Penha de França e travessa do Calado.
Idioma(s):
Português
Cota(s):
Livro de notas n.º 9 A, f. 63v a 79
Código de referência:
PT/AMLSB/CMLSBAH/FNAJ/001/0326/015
ver mais
De Bic Laranja a 21 de Maio de 2020
Esta Quinta do Alperche era à Penha de França. Não confundir com a Quinta do Alperche à Az. do Areeiro (actual Alameda).

Esta última era da posse de João da Cruz David e Silva à data da expropriação. A sua neta comentou-me um verbete sobre ela com impressões suas e de sua mãe, que habitou a quinta.

Aqueloutra do Monte Agudo ou Cabeço do Alperche, nomes antigos da Penha de França, calha ter tido o mesmo nome. Não sei se houve alguma ligação entre as duas.

Obrigado do seu interesse.
De Mário Cruz a 22 de Maio de 2020
Como refere que o Sr Petersen fala de duas quintas ditas de alperche, não será para distinguir a da Penha de França?
De Bic Laranja a 22 de Maio de 2020
Fazendo fé nas memórias de Fernanda Matos e Silva, cuja neta me deu conta aqui, ambas quintas terão pertencido a Pina Manique. Não sei se fariam um contínuo das encostas da Penha ao Alto do Pina, a par do Poço dos Mouros e da Az. do Areeiro. Seria uma extensa propriedade e nesse caso englobariam as quintas do Padeiro, do Manuel dos Passarinhos, da Saúde e da Ladeira.
Todavia, também a Quinta da Bemposta, que era de D.ª Catarina de Bragança, a que foi rainha de Inglaterra, se estendia do Campo de Sant'Anna além de Arroios, por chãos que hoje são da Academia Militar, do Hospital da Estefânia e do velho Convento de Arroios. O convento, aliás Colégio Conventual da C.ª de Jesus da . Sr.ª da Nazaré foi fundado por ela em 1705 naqueles chãos, ao que julgo, que eram do limite de seus domínios.

O caso do Sr. Petersen vim a esclarecer quando, empreendendo novamente no caso, em Março passado, vi uma planta dos projectos para a Alameda de Dom Afonso Henriques em que se identificavam os proprietários das quintas adjacentes. A do tio-avô do Sr. Petersen, Silvestre Bernardo Valladas era uma propriedade mais pequena ao cimo da Calçada da Ladeira, com que confrontva pelo S, confrontando a N e O com a quinta do Alperche de João da Cruz David e Silva; a E confontava com um larguinho nas traseiras da Rua do Garrido, que corria nos anos 30 ao longo do que é hoje o cimo da Alameda, desde trás do n.º 163 da Rua Barão de Sabrosa.

Abraço!
De [s.n.] a 21 de Maio de 2020
[Projecto de arruamentos para o Olival de Monte Alperche]
Data(s):
1930-01-02 - 1932-06-29
Dimensão e suporte:
Dimensão: 30 f.

Autor(es):
Abrantes, António Emídio. 1888-1970, engenheiro civil
Âmbito e conteúdo:
Projecto de arruamentos e de construção de habitações económicas para o Olival do Monte Alperche, entre a Rua da Penha de França e a Avenida General Roçadas, para ser integrado no futuro plano de urbanização do Vale Escuro.
É projectada uma rua principal que liga o largo da Penha de França com a avenida General Roçadas, facilitando a circulação entre o bairro da Graça e o Alto de São João.
O projecto inclui a memória descritiva e justificativa, planta geral com a localização das quintas da Machada e do Midões, de pavimentos e esgotos com o traçado para os novos arruamentos, planta parcelar com o nome dos proprietários: Câmara Municipal de Lisboa, Mário Pinheiro Chagas, escola Académica na Quinta de São João do Monte Agudo, Ludovina Alves Costa, herdeiros de Francisco Fernandes Mendonça, Domingos Egreja, António Duarte e Bernardino Amaral e perfis longitudinais com a descrição e medidas dos canos hidráulicos.
Idioma(s):
Português
Cota(s):
Cx. 164/DMPGU

Pasta 25/DMPGU

PT/AMLSB/CMLSB/UROB-PU/10/041
Existência e localização de cópias:
Documento reproduzido em suporte digital.
De Bic Laranja a 21 de Maio de 2020
O comentário com a transcrição do arquivo municipala foi substituído com revisão da ortografia.

Acho graça os acorditas do arquivo terem tido o trabalho de ceifar as consoantes etimológicas em toda linha e ainda terem vertido os tópónimos «Rua» e «Quinta» tal e tal para minúscula e, neste caso, terem deixado o apelido Egreja inalterado. Isto quando o eng.º António Emídio Abrantes (sic), nascido em 1888, não há-de ter no seu assento de baptismo senão o nome Antonio Emigdio Abrantes.
Merdas!

De qualquer modo, agradeço as achegas ao leitor que mas deixou.

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