6 comentários:
De [s.n.] a 11 de Junho de 2013
CRIME com todas as letras. Culpa do sr. Costa da cara estanhada. Um dia, assim Deus queira, este presidente inútil há-de pagá-las todas por junto. Deus não dorme e escreve direito por linhas tortas. O pior é que, como o meu Pai dizia quando se referia a algum pulha que havia cometido um crime e ficado impune "os filhos pagam pelos erros dos pais" e sabemos - é dos jornais - que isso tem acontecido a alguns infelizes descendentes desta troupe maldita de que nunca mais nos livramos, mais parecem carraças agarradas ao pelo dos cães vadios. E é nesta tragédia quase sempre familiar, que eles não pensam nem sequer por um segundo. Mas também é natural que não o façam, gente intrìnsecamente má nem aos seus venera, é-lhes completamente indiferente o que lhes possa vir a acontecer depois deles partirem
deste mundo. Ou e não poucas vezes, até muito antes.

Este palhaço (este sim, é que é um autêntico palhaço, sem menosprezo por esta classe profissional de grande mérito) tem andado a dar cabo da cidade de Lisboa, mas não só. É certamente por sua ordenança que andam há anos a abater árvores de grande porte, a maior parte com dezenas e até centenas d'anos, pela cidade e jardins da capital. Mais do que um escândalo nacional, trata-se de outro crime gravíssimo a que há que pôr cobro urgentemente. Este senhor deve estar a lucrar milhões com o abate sistemático de árvores e a dar outro tanto de lucro às fábricas de celulose. Não pode haver mais razão nenhuma para tão gigantesca quão criminosa razia. Nas ruas e avenidas da cidade, volta e meia desaparecem árvores já adultas e lindas, algumas das quais plantadas sòmente há trinta e poucos anos. Subreptìciamente e pela calada da noite, cortam um ou dois troncos pela base, separados alguns metros entre si, passados meses voltam a fazer o mesmo na rua mais abaixo ou até na mesma rua ou avenida. Acontece tal e qual em Jardins, Praças e Pracetas e por aí fora.

Esta criatura, indigna para chefiar uma Câmara de Lisboa (tal como os anteriores, que não lhe ficavam nada atrás) ou, já agora, doutra cidade qualquer, aquando do vendaval que deitou abaixo várias árvores em Lisboa, teve o desplante e a desvergonha de um dia deslocar-se à Mata Silva Porto para 'mostrar serviço' e em resposta à pergunta da jornalista de "o que está a fazer?" e ele com a pá na mão a fingir que colocava terra num buraquito, de responder com o costumeiro riso cínico de gozo, que "estou a plantar as árvores que o vendaval deitou abaixo"... MENTIRA. Segundo palavras de uma família nossa amiga que mora perto e se deslocou propositadamente para ver como tinha ficado a Mata depois do vendaval, verificou que apenas fora derrubado um eucalipto e outro semi-derrubado (e ainda outro enorme, alguns dias mais tarde e em perfeitas condições, cortado pelo meio 'já que estavam com a mão na massa' e as fábricas de celulose estão desfalcadas), caídos mais alguns ramos superiores d'aguns eucaliptos e de d'alguns pinheiros, alguns arbustos mais desenvolvidos e nada mais.

Este senhor, além de um criminoso porque anda há anos a destruir o património urbanístico e cultural da cidade, pertença de todos os portugueses, manda abater árvores centenárias a eito e em tudo quanto é sítio, desprotegendo ruas, avenidas, praças, jardins, etc., do oxigénio e sombra que tanta falta fazem sobretudo às crianças e idosos. Ele é um mentiroso compulsivo porque tudo o que alega é que o derrube de determinado prédio era necessário sob um pretexto do mais indecente que imaginar se possa (e cada edifício que vai abaixo, é mais uma boa maquia que cai na conta) assim como o abate d'árvores em determinado local deveu-se a "obras urgentes para um melhoramento substancial do trânsito naquela zona da cidade", etc. A triste criatura arranja sempre subterfúgios para todos os crimes praticados quando é confrontada com os atentados de lesa-património que empreende mês sim, mês sim. E continua a praticá-los impávido e sereno e a mentir diàriamente com todos os dentes que tem na boca.

Já que somos obrigados a aturar o mais infame regime jamais concebido em Portugal, ao menos que sejamos poupados aos mais indignos trapaceiros e a outros tantos sem-vergonha, que pululam por todos organismos do Estado e muito particularmente pela Câmara de Lisboa.
Maria
De Bic Laranja a 13 de Junho de 2013
Se não tivesse este Costa na conta dum inútil descaradao propagandista diria que é uma cavalgadura.
O foguetório da Rotunda por contraponto aos buracos da calçada em TODA a cidade prova a primeira; o licencioso licenciamento de edificação de mamarrachos paridos de operadores de CAD, não de arquitectos, por sacrifício da memória histórica e estética da cidade provam que é uma supina cavalgadura.
O negócio com o abate de árvores é mais uma manaira de pilhar o que é de todos. Empreendedorismo.
Cumpts.
De tron a 13 de Junho de 2013
onde era a pensão flor, correcto. conheço o prédio porque o meu padrasto passava lá algumas vezes
De Bic Laranja a 13 de Junho de 2013
Essa pensão é ao lado.
Cumpts.
De José Lima a 15 de Junho de 2013
Da leitura desta notícia, mesmo que publicada num jornal como o "Público", compreendem-se melhor - ainda que só nas entrelinhas - todos os meandros deste caso e, quiçá, doutros - http://www.publico.pt/local-lisboa/jornal/predio-de-cassiano-branco-demolido-em-violacao-do-projecto-aprovado-26691059
De Bic Laranja a 15 de Junho de 2013

Notícia muito interessante. Vi a chamada hoje de manhã na primeira página do «Público» mas ainda não a tinha lido. Leio-a agora e se quere que lhe diga a obra não parou, eu me parece. Ontem restava só o 1.º andar quando na segunda havia até ao 2.º. Já nada me surpreende nisto, nem a maçonaria andar por detrás destas intrujices, nem a vereação nos andar a encenar patranhas.
Dei recado aos da Cidadania LX em 24 ou 25 de Maio, já a obra levava uma semana. Em 27 desse mês o recado fora recebido mas não entendido. Em 10 de Junho disse aqui em que pé estávamos. A verdade, que se entrevê melhor ou pior na notícia, é que estamos pior do que julgamos. E sem salvação, eu me parece.

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