De [s.n.] a 22 de Julho de 2013
Algumas das constatações feitas pelo Dr. Salazar, que observou e descreve-as brilhantemente n'alguns parágrafos desta sua resposta a Afonso Costa relativamente aos debates de baixíssimo nível e mesmo insultuosos produzidos entre os parlamentares da 1.ª República e, segundo palavras do Estadista, sem qualquer préstimo para a boa governação do país, aplicam-se que nem uma luva às cenas indecentes (para inglês ver, fingindo que estão a resolver sèriamente os problemas ue afligem a Pátria...) que os seus descendentes directos desta farsa de regime têm vindo a exibir indignamente na Assembleia da República já vai para quarenta insuportáveis anos. Estes pseudo parlamentares ' de hoje aprenderam na perfeição as mesmas manhas hipócritas e cínicas (sem falar na corrupção e criminalidade) com os seus antepassados e têm-nas aplicado direitinho, sem tirar nem pôr.
Maria
De Bic Laranja a 27 de Julho de 2013
O parlamentarismo é (está no termo) palavreado em acção. Ora agir por palavras produz o quê, senão debate estéril? -- Neste caso de Afonso Costa eram mentiras a rodos, tão grosseiras que nem foi preciso muito para as desmascarar. Mas Salazar bem media o desperdício que a pirotecnia palavrosa podia causar: «... por vezes, seria preciso escrever um volume para rebater só uma frase idiota.» O resultado podia ser ele outro que não fazê-los calarem-se?
Cumpts.
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