De JPG a 11 de Agosto de 2013 às 16:05
Seria virtualmente impossível ou, pelo menos, muitíssimo difícil arrolar todas as "inverdades" (vulgo, patranhas) debitadas por acordistas militantes (e profissionais) nas diversas "audições"*** deste GT.

As questões relacionadas com editoras procedem tanto como os aspectos técnicos (ortográficos) de um acordo que o não é e que de ortográfico nada tem. Ou seja, são falsas questões em ambas as vertentes.

Artur Anselmo sintetizou numa frase singela o AO90 , aquilo de que se trata efectivamente: [o Governo da altura] «decidiu, com argumento político, pôr em vigor imediatamente o Acordo. Sem ouvir ninguém.»

É isto e só isto, parece-me.

[*** A diferença (óbvia) entre "audiência" e "audição" é que no primeiro caso é a pedido dos interessados e no segundo a convite dos deputados. E até nesta nada misteriosa subtileza terminológica se detecta o intrínseco falhanço do AO90 : todas as audiências foram de anti acordistas enquanto que todas as audições foram de acordistas ; ou seja, é preciso chamar os poucos que existem, um a um, para encontrar alguém que se diga a favor de semelhante porcaria.]
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