De jose a 22 de Agosto de 2013
Permita-me,caro Bic,que cite:

12-6-1914

"Pã continua a dar
Os sons da sua flauta
Aos ouvidos de Ceres
RECUMBENTE nos campos"

(últimos quatro versos da 2ª estrofe das Odes de
Ricardo Reis que começa:"O DEUS PÃ não morreu,"nr.313
na edição da Aguilar organizada por Aliete Galhoz)

Cumprimentos
José
De Bic Laranja a 22 de Agosto de 2013
Muito obrigado! Não consta do «Corpus», que foi o que me vali para redigir o verbete. Nem constava nas três primeiras páginas do Google ontem quando fiz uma pesquisa rápida.
Cuido que haja mais casos. Neste, e muito particularmente de Pessoa, não descarto influência da sua educação anglófila para recurso a tão raro vocábulo.
Bom achado!
Cumpts. :)
De jose a 22 de Agosto de 2013
Ainda bem que fui prestável.
Também julgo que "recumbente" procederá,em Pessoa,da
educação anglófila.Salvo se algum autor lusitano anterior a R.Reis a utilizou.Não possuo conhecimento
para o afirmar.
Aproveito para observar que a edição da Obra Poética de Pessoa na Aguilar(a única que possuo porque a da Ática
ficou para sempre emprestada já nem sei a quem)apresenta numa única estrofe as nº2 e nº3 por si
transcritas do Arquivo Pessoano.Nunca explorei tal
arquivo e desde já lhe agradeço a notícia dele.
Há agora edições críticas da obra pessoana,arcas de arcas lhes chamo eu,utilíssimas para os
investigadores,mas para os portugueses comuns fazia
falta uma edição portuguesa de bolso,portátil,do
género desta da Aguilar mas corrigida dos erros e do brasilês(Aliete Galhoz só a reviu em 1969 e vai já na vigésima edição).
Cumprimentos.
José

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