7 comentários:
De [s.n.] a 25 de Agosto de 2013
Excelente constatação dos factos. E uma crítica igualmente rigorosa e inteligente, como sempre aliás. Nunca será demais repisar estes argumentos válidos em defesa da lindíssima língua portuguesa. Abaixo os abastardadores da nossa língua. Parabéns mais uma vez.
Maria

:)- mailos:))
De Bic Laranja a 25 de Agosto de 2013
Generosa, como habitual.
Obrigado!
:)
De Inspector Jaap a 28 de Agosto de 2013
Subscrevo inteiramente!
Cumpts
De Inspector Jaap a 28 de Agosto de 2013
Um assombro de exposição; acrescento eu: onde é que essas alimárias colocam palavras do género, homem, humidade e afins? O que é que estas consoantes mudas têm a menos em relação aquelas (para já)* que foram o alvo da sanha persecutória desta cambada? Gostava de ver a cara do malacaca e “su muchacha” a explicar isto.
Isto mais parece um manicómio gigante ou, em alternativa, um lupanar intelectual em que tudo se vende. Que nojo!
Cumpts, caro Bic e que nunca a pena lhe doa, pois seria mesmo uma pena!
*= cheira-me que os feitores de além-atlântico se estão a preparar para não ficarem por aqui; a ver vamos, mas que a coisa fede, lá isso fede.
De Bic Laranja a 29 de Agosto de 2013
Nos trópicos não se gera português; só crioulo.
Cumpts.
De helena topa valentim a 21 de Março de 2015
Caro responsável pela autoria deste post,
Sou Helena Topa Valentim. Um amigo, numa busca que fez procura de algo referente a mim, descobriu este seu texto e aí menção ao meu nome. Alertou-me e, com espanto, constato que se o senhor se terá equivocado. Nunca me pronunciei publicamente em nenhum artigo do Público relativamente ao AO e acontece que, exactamente em virtude da minha formação e desepenho profissional, tenho uma posição crítica em relacção ao mesmo. Sei o que se terá passado para que tenha incorrido nesta confusão: o artigo que refere é da autoria de Helena Topa, uma prima minha, mas não meu. Agradeço, por isso, que, por esta razão, elimine este post. Peço-lho por favor e agradeço muito a sua compreensão. Cordialmente.
De Bic Laranja a 21 de Março de 2015
Se bem entendo, a Helena Topa é a autora do escrito no Público. Pessoa diferente da Helena Topa Valentim que me corrige neste engano.
Não imaginei que pudesse haver duas helenas topa. Lamento o equívoco e agradeço-lhe eu a compreensão do engano.
Não eliminarei o verbete mas revê-lo-ei nos termo da devida verdade.
Muito obrigado do esclarecimento.

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