De [s.n.] a 27 de Novembro de 2013
Estou farta de ver esta discordância entre sujeito/s e predicado/s, como está demonstrado na proposição em análise. Por outro lado eles, aqueles que cometem constantemente estes erros sintácticos e gramaticais, fazem-no em todo o lado, nos artigos e crónicas dos jornais, nos sub-títulos dos filmes e documentários passados nas televisões e mesmo em diálogos directos e indirectos nas mesmas televisões.

Estou para abordar este tema há largo tempo e dando exemplos, mas francamente começo a estar farta. Isto, porque eles são tantos e tão frequentes que se trataria de uma tarefa hercúlea. Não obstante e pensando melhor e seguindo o incansável e patriótico exemplo do ilustre dono desta casa, talvez não desista assim tão fàcilmente.

Defender a língua é defender a Pátria, qualidades estas indissociáveis da nossa identidade. Identidade que está na origem do Povo que somos. Povo Glorioso e quase milenar. É bom que nunca o esqueçamos e o façamos lembrar constantemente aos vendilhões da nossa Pátria e abastardadores das nossas tradições, entre as quais (depois de todas as demais criminosamente concretizadas) ressalta como prioritária e derradeira a nossa sagrada língua-mãe.
Maria
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