5 comentários:
De Pedro Nogueira a 25 de Março de 2018
Tal e qual.
Uma tristeza, de facto.
De Bic Laranja a 25 de Março de 2018
Pois!... Bem vê...
Cumpts.
De [s.n.] a 26 de Março de 2018
Pois é. Realmente uma tristeza. Depois lhe falo sobre algo relacionado com isto.
Maria
De gato a 26 de Março de 2018
É só o meu modo de ver:

Só se morre uma vez. José Hermano Saraiva sabia isso muito bem, como qualquer um de nós.
Desgostos podemos ter quantos quisermos.
José Hermano Saraiva foi, para mim, um Homem que nos leccionou primorosamente sobre o passado.
Um Homem que, pelo trabalho, se 'libertou da lei da morte'.
Ele tinha gosto nas 'suas coisas' mas sabia que iriam para o lixo após a sua morte. Os nossos filhos e os nossos netos não 'somos nós'.
Ainda bem que ele usufruíu do que comprou e do que fez.
Mais um motivo do espanto em que ele sempre me fez viver.
De Bic Laranja a 27 de Março de 2018
Correctíssimo. Quase verdade, ia dizer.
Só não digo porquanto alma e memória foram a essência do que viveu — bastaria ver os títulos que deu aos seus trabalhos: O Tempo e a Alma, A Alma e a Gente, Horizontes da Memória, Brumas da Memória...
Uma alma empacotada em 840 lotes que rendeu 700 000 € em leilão. Tanto é o que conta, a final, para a memória!
Não esquecendo o imposto sucessório.

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