De c. a 15 de Abril de 2015
O motorista lá de casa chamava-se Castelo Branco, não sei se com hífen, se sem. A última vez que prestou serviço foi para ir levar e trazer a um concurso hípico, na praia onde se passava férias. Depois reformou-se e não houve substituto, nem mais notícia dele. Havia um outro, o José, da empresa, que estava ao serviço de meu Pai, que só o usava em viagens grandes. Dos carros, só o da empresa era bom. Em casa havia dois em condições, mas modestos. O Zé, mais tarde, patilhou as funções com outro colega, quando o meu Pai adoeceu e deixou de guiar. Isto tudo, nos anos 60.
Eu ia a pé para a escola primária (do ensino oficial, como se dizia) e, no caminho, encontrava o M ou o JA, que partilhavam a mesma sorte (e o mesmo frio e chuva) apesar da família de um deles ter, também, chauffeur. A escola, diga-se em abono da verdade, não era longe - talvez um kilómetro - mas antes das 9 da manhã o frio era grande e o caminho feito quatro vezes, porque vínhamos almoçar a casa.


De Bic Laranja a 15 de Abril de 2015
Outros tempos.
:)
Cumpts.
Comentar:
De
  (moderado)
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Este Blog tem comentários moderados

(moderado)
Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres




O dono deste Blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.