Quinta-feira, 13 de Junho de 2019

As figuras duma sombra baralhada

A imagem do Governo Sombra é da «Sábado», uma revista brasileira que sai à quinta em Portugal.

 Não sei o que é viver sem liberdade. Devo ao Portugal democrático e ao Estado português boa parte daquilo que sou. Sou filho de dois funcionários públicos. Fiz o ensino básico e secundário numa escola pública. Licenciei-me numa universidade pública. Portugal não falhou comigo. Permitiu que um simples estudante de uma cidade do interior, sem qualquer ligação à capital e às suas élites, fosse subindo aos poucos na vida e chegasse até aqui.
João Tavares, Discurso do Dia de Portugal, Portalegre, 10/VI/2019.

 Salazar, filho do feitor António e da ti' Maria do Resgate, nasceu no lugar do Vimieiro, Santa Comba, estudou em Bijeu e formou-se em Coimbra. — Falhou Portugal consigo, Salazar, por causa da liberdade ou da democracia, sem qualquer ligação à capital e ao seu escol?

 Um jovem talentoso que queira singrar na carreira exclusivamente através do seu mérito, a melhor solução que tem ao seu alcance é emigrar. Isto é uma tragédia portuguesa.
Id.

 E … a liberdade, o Portugal democrático e o simples estudante de uma cidade do interior, sem qualquer ligação à capital e às suas «élites» que foi subindo aos poucos e chegou até aqui graças ao Portugal democrático e ao Estado português … não emigrou?!
 Calhando, como disse sem noção do que já dissera, falece-lhe ser talentoso e ter mérito!…
 Fique-se, pois, com a liberdade de alçar os pés por cima das mesas.


(A imagem do Governo Sombra é da «Sábado», uma revista brasileira que sai à quinta em Portugal.)

Escrito com Bic Laranja às 12:43
Verbete | comentar
8 comentários:
De Pedro Nogueira a 13 de Junho de 2019
Esse rapazinho, um alpinista social demagogo e pateta que discursa contra as cunhas mas trepa à custa delas.
Cumprimentos.
De Bic Laranja a 13 de Junho de 2019
Hum!
A passar por direitolas, a escrever no «Púbico» (isso mesmo), e convidado pelo manhoso do Marcelo…
Um idiota útil, sem sombra de dúvida.
Cumps.
De [s.n.] a 13 de Junho de 2019
Este Tavares pertence ao Sistema ou não teria sido escolhido para discursar no dia de Portugal. Ou "Dia da Raça" como era designado no Regime Anterior e assim é que estava bem.

O colega RAP - que já perdeu toda a graça que terá alcançado nos seus primórdios como humorista - diz ou disse ser comunista, curiosamente estudou num Colégio Católico... Ele pode criticar o regime à vontade e gozar com todos os partidos e respectivos políticos, como faz, que ninguém lhe toca. Este farsante, como bom esquerdista, sabe como subir na vida fingindo ser uma coisa sendo outra e assim ter a aceitação de todos.

O que interessa ao fiteiro Ricardo Araújo Pereira é o tacho vitalício que o sistema lhe garante, como o faz a todos os seus camaradas comunistas/socialistas e bloquistas. Entretanto, oportunista como poucos, ele sabe que tem um lugar assegurado em todos os canais televisivos, como está provado pelos saltos que ele tem dado de uns para os outros com a maior das descontracções e liberdades.

Admira que não tenha sido ele o escolhido por Marcelo para discursar no 10 de Junho... Mas vistas bem as coisas uma tal escolha ter-se-ía tornado demasiado evidente e um certo recato nas opções políticas, evitando polémicas desnecessárias, ainda é aconselhado à seita que finge que nos governa.
Maria
De Bic Laranja a 15 de Junho de 2019
O histrião Araújo já enjoa.
Este é uma muleta menor. Como passa por direitolas e escreve no «Púbico» foi convidado pelo Marcelinho da «Gente» na jogada de piscar à direita sem afrontar os esquerdóides para as próximas presidenciais.
É só politiquice.

Cumpts.
De José Luís a 13 de Junho de 2019
Este pertence aos muitos direitinhas que a esquerda gosta/tolera.
De Bic Laranja a 15 de Junho de 2019
É como disse acima. Um idiota útil. Se dá pela figura que faz, é um palhaço; se não, é um tolinho.
Cumpts.
De Francisco a 14 de Junho de 2019
Parece-me que "sentimento de pertença que vá além dos prodígios do futebol","alguma coisa em que acreditar","sentimento comum de pertença","objectivo claro à comunidade","sentir que contamos para alguma coisa","sentir que os seus gestos não contribuem apenas para a sua felicidade individual, ou para a felicidade da sua família, mas que têm um efeito real na sociedade" já tivemos quando Jesus era rei na nossa civilização.

E à pergunta “quem é que tu achas que és?” respondíamos, "sou um cristão que procura viver na graça de Deus, amando a Deus e ao próximo. Tudo o que faço encaminho para conhecer, amar e servir a Deus e assim alcançar a bem-aventurança eterna."
De Bic Laranja a 15 de Junho de 2019
Teve inspiração divina, o moço. Mas não deu por isso.
Cumpts.

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