6 comentários:
De fg a 28 de Junho de 2014 às 05:33
Essas versões têm a grande desvantagem de não explicar os entusiasmos fanáticos daqui.
O acordo ortográfico foi relançado por Sarney que se serviu das cumplicidades da organização internacional da que dizem pertencer para o impor a Portugal, com o auxílio dos irmãos daqui.
Conviria ver de onde vêm os entusiasmos com as questões da língua e da "ortografia fonética":
http://observatorio-lp.sapo.pt/pt/ligacoes/legislacao-e-efemerides-lista/o-portugues-e-lingua-oficial-da-maconaria-regular
Agora veja quem, aqui, tem imposto o acordês. Dá-se um rebuçado por cada um que não tenha apertados laços com a organização*. Podia, aliás, oferecer pepitas de ouro: a despesa é igual.

* O que precise de negociar com o estado.
De Bic Laranja a 21 de Julho de 2014 às 21:04
Cuido que tennha razão. E as personagens do' «O Diabo» hão-de ser da seita.
Cumpts.
De gato a 5 de Julho de 2014 às 18:49
Vou só repetir o que li há tempos num blog:
No Brasil vinga, cresce, medra(*), um Libanês.
Em Portugal, idem, idem, um monhé de Índia Portuguesa.

(*) Num jardim cheio de flor
Onde vive o colibri
Há uma flor que ali medra
Essa flor medra pra ti.
De Bic Laranja a 21 de Julho de 2014 às 21:05
Em Portugal há mais de um monhé que medra.
Cumpts.
De gato a 5 de Julho de 2014 às 18:58
Monhé é diminuitivo caridoso usado em Moçambique. Tem provérbio — lá usado — que o demonstra:
"Se na estrada encontrares um monhé e uma cobra, mata o monhé".

Na minha vida aprendi que os descendentes da Índia Portuguesa são falsos. Quando estão na mó-de-baixo são excelentes creados. Quando sobem, sai da frente.

Até a Marcelo Caetano, Salazar nunca deu posições de decisão. Deu-lhe bons postos no Estado Novo; em parte porque lhe devia a revisão do código financeiro com que levantou o País; em parte por pena pela doença de sua mulher.
De Bic Laranja a 21 de Julho de 2014 às 21:09
Já ouvi um goês chamar monhé a indianos. Não lhe vi diferença. Mas ele viu.
Cumpts.

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