4 comentários:
De jcb a 28 de Abril de 2014
Para que conste. Em esquinas, diametralmente opostas, do cruzamento da Av. 5 de Outubro com a Rua Visconde Valmor, em Lisboa, coabitavam uma mercearia de contas feitas a lápis em papel almaço e um supermercado com pagamentos em caixa registadora eléctrica. Atentem bem, isto nos anos de 1962 a 1965, em que por ali vivi. Como é possível na longa noite de todas as faltas e todas as carências ? Acrescento que o dito supermercado tinha talho e bar-restaurante incluídos. Que horror ! Só pode ser mentira !
De Bic Laranja a 28 de Abril de 2014
E ai de se juntarem mais de dois frequeses no super (que não existia)! Vinha a P.I.D.E. e era cacetada e todos para o Tarrafal.
Cumpts.
De Marcos Pinho de Escobar a 30 de Abril de 2014
Secos e molhados do Comendador Dinis de saudosa memória, chamo a atenção para a coluna da direita - "Fim de tarde em São Bento". É curioso reparar que durante a "longa noite fascista" um deputado - sim: um deputado - tinha liberdade para protestar contra ... a falta de liberdade.
Abraço amigo.

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