7 comentários:
De Valdemar Silva a 14 de Abril de 2017
'tá lá? diga se me escuta?, oubo'(diga se me ouve? escuto). Já presenciei esta situação, caricata, quando estive, na guerra, na Guiné, mas desculpável.
Mas, esta da TVI, toda ela é caricata, de manhã à noite.
Então, a 'mãe de todas as bombas' só mata 26 talibãs? Quem os contou, para responder a quem perguntou, e com tanta precisão que nem foi necessário responder, estupidamente, 'uma média de','eram prá i uns' 26.
Quanto custou a bomba? Decerto que estava em saldo/final de prazo de validade. 'Vá lá sr. presidente compre lá esta bombinha' e o preço da gasolina a subir.
Valdemar Silva

De Bic Laranja a 14 de Abril de 2017
Não foi só a T.V.I. Na Radiotelevisão também. Mas está bom de ver que é notícia emanada da central internacional. Desgraça é não haver a mínima reflexão sobre o de lá brota.
Cumpts.
De [s.n.] a 15 de Abril de 2017
Claro que existem os dois substantivos com significados diversos. Mas qualquer deles pode aplicar-se, numa determinada frase, consoante a ironia (ou não) que se lhe queira imprimir. Já agora em que estação de rádio (ou TV?) e quem é a personagem que nela pontifica, que parece duvidar deste facto? Desculpe a ignorância porque nunca oiço rádio - quanto à televisão, só telejornais e quase todos da TVI; só vejo a RTP e SIC se houver algum assunto político que me desperte a atenção ou algum documentário interessante, entrevista a uma personagem política ou outra que valha a pena ouvir, algum filme clássico e estes são raros, um bom concerto e pouco mais - por ter o tempo quase todo preenchido, parte dele visitando os meus blogos preferidos e outra dedicada à escrita (poemas) que me consome:).
Maria

Deixo a seguir a minha opinião sobre um documentário interessantíssimo que vi há dois dias na RTP3. É a tal excepção à regra. Também é verdade que ùltimamente este canal tem passado alguns programas bastante razoáveis e um ou outro muito bom. Estão a melhorar. Continuem assim que só ganham e nada perdem.
De Bic Laranja a 16 de Abril de 2017
A ironia não é para qualquer bestunto.
Deixemos.
Cumpts. :)
De [s.n.] a 15 de Abril de 2017
Vi há poucos dias um excelente documentário na RTP3 sobre um curso de pilotagem, com aulas teóricas e práticas, ministrado por um oficial inglês (que creio fazê-lo por altruísmo, estanto ligado a organizações humanitárias através das quais obtem fundos para que a sua obra atinja os objectivos pretendidos) a um pequeno grupo de raparigas adolescentes muito pobres, outras sem família e todas sem perspectivas de vida, com o sonho de "aprenderem a voar" para pilotar avionetas. Tudo acontece algures num local recôndito do Congo. Peço desculpa mas não vi o documentário d'início não conseguindo anotar o título do mesmo nem a exacta zona do país em que decorria. Pelo genérico, que passou ràpidamente e com caracteres mínimos, pareceu-me tratar-se de um documentário realizado salvo o erro por um canal televisivo alemão.

Esta, uma obra benemérita de enorme valore e alcance e creio que única no mundo e um extraordinário exemplo de amor ao próximo sem esperar contrapartidas, que devia ser seguido por muitos dirigentes políticos que, com todas as possibilidades do mundo e os meios ao seu alcance, lamentam cìnicamente a desgraça dos povos em guerra e dos milhares de crianças que ficam orfãs e/ou estropiadas, como o que aconteceu a uma desta dúzia de raparigas que, com a ajuda do mesmo professor já foi operada na Alemanha várias vezes ao braço direito que ficou quase desfeito e vai necessitar de mais operações sobretudo à mão direita que ficou terrìvelmente afectada, para poder retomar o curso que tanto adora, para um dia poder pilotar um avião, como acontece com algumas das suas colegas já o fazem. A expressão de felicidade estampada no rosto das que já estão aptas a comandar as pequenas avionetas, era qualquer coisa digna de se ver.

O Nobel podia ser atribuído àquele bravo professor que bem o merecia. Parabéns a ele e àquelas maravilhosas e dedicadas pobres raparigas, que tanto esforço fazem (com muito choro à mistura pela dureza do ensino) e que compensam tendo em vista dos excelentes resultados que acabam por revelar-se e elas reconhecem-no. Apesar d'algumas terem dificuldade em aceitar de bom grado as regras rígidas do curso (durante as filmagens houve uma que desistiu após quatro anos de aprendizagem), que dura vários anos, a somar às saudades indescritíveis dos pais (as que os têm) que vivem a milhares de quilómetros de distância, todas acham que os sacrifícios por que têm de passar valem a pena para um dia poderem sentir a enorme alegria e o imenso orgulho de terem atingido o objectivo a que se haviam proposto, o de "saber voar".
Maria
De Bic Laranja a 16 de Abril de 2017
Passei por esse documentário em zap estugado. Não me apercebi do que era.
A ideia é rebuscada é difícil de realizar. Por isso lá terá o seu mérito, mas o Nobel é mais para saramaguices.

Cumpts.
De [s.n.] a 18 de Abril de 2017
:)
Maria

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