4 comentários:
De MCV a 28 de Julho de 2016
Quis o Destino que esse sobreiro fotografado em 1996, fizesse hoje parte do meu património.
Coisas da vida!
Quanto à substância do verbete, totalmente de acordo!
Abraço
Manuel
De Bic Laranja a 29 de Julho de 2016
Quis o destino e a boa Fortuna...
Tenho uma vaga ideia de já termos falado disto. Terei já também publicada esta sua chapa ou falámos disto noutra circunstância? Dejá vu!
Obrigado.
Cumpts.
De Real a 1 de Agosto de 2016
Pergunto-me se esses soldados strippers não terão hoje um enorme peso na consciência, se não morrerão de vergonha ao pensar que alguém possa indentificá-los como membros do grupo cuecas que preferiram a passividade à luta ?? Provavelmente não terão vergonha alguma. Eu é que senti-a ao ler esses factos.
De Bic Laranja a 2 de Agosto de 2016
Não conheço nos anais da história militar portuguesa desonra mais grotesca. Um episódio que define cabalmente a índole dos mentores do que se seguiu, e que ferrou um exército que se batera capaz e honradamente em 13 anos de campanha nas três frentes ultramarinas. O estado de espinha quebrada em Abril e a qualidade rasca dos que afloraram ao comando da Nação nem aos guerrilheiros da U.N.I.T.A. inspiraria mais que este vil desprezo. Um exército a sério não depõe armas ante milícias terroristas e se o faz prestar-se-á à chocarrice que vimos. E ainda dizem alguns aí que foi por evitar a humilhação duma derrota na Guiné que era precisa a abrilada. Seria mais honroso...
Isto aflige.

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