4 comentários:
De José Lima a 19 de Março de 2016
Belíssimo texto, sobretudo para quem conhece bem o Alentejo, como é o meu caso. E ao lê-lo não é possível uma pessoa deixar de se interrogar, perante o relatado, por onde andaria o tal bruto daí a exactamente vinte anos (1974/75), se então porventura ainda fosse vivo...
De Bic Laranja a 20 de Março de 2016
O bruto é provável que se não chegasse a tanto, mas o civilizado autor da prosa, esse, nesses anos de 74/75, saneava à bruta os colegas da Universidade de Lisboa, por, talvez, acabar com o mundo embrutecido que idealmente o incomodava. Talvez... — O prof. Veríssimo Serrão que o diga.
Cumpts.
De José Lima a 20 de Março de 2016
Sem desmerecer a beleza do texto citado, de Lindley Cintra sempre o soube homem da sinistra; porém, confesso que ignorava que nos idos de 75 tivesse chegado a esse nível de desvarios. De facto, há sempre um "bruto" onde menos se espera... Ou vice-versa...
De Bic Laranja a 21 de Março de 2016
Cometeram-se os excessos mais desvairados. Tanto que Portugal morreu.
Cumpts.

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