Quinta-feira, 7 de Agosto de 2014

Além da Av. de Guerra Junqueiro por meados dos anos 50

 Avenida desafogada, mas com estacionamento bem composto.
 O autocarro de dois pisos mais cá (não é o que vira à esquerda) parece um dos novos autocarros que vieram em 1947, da marca Leyland, que tinham cabina à direita e que, precisamente por serem tão altos, deixaram muitos lisboetas com receio e admiração. Digo que é um daqueles primeiros autocarros, pela pintura, que difere da do que vira à esquerda para a Manuel da Maia ou para a Av. do México.

Av. Guerra Junqueiro, Lisboa (A. Passaporte, 195...)
Av. de Guerra Junqueiro, Lisboa, 195...
António Passaporte, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.


 E a que escadote terá subido o fotógrafo para bater esta chapa?...

Escrito com Bic Laranja às 12:36
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12 comentários:
De [s.n.] a 7 de Agosto de 2014
Já aqui escrevi sobre isto. Que saudades da Alameda A. Henriques, do Areeiro, da P. de Londres, da Praceta João do Rio, da Av. G. Junqueiro e circundantes. Do primeiro prédio à direita (o do Pão de Açucar) vivia uma família amiga dos meus Pais. A meio da Alameda, num prédio à esquerda, uma nossa prima e família. Na Guerra Junqueiro, várias pessoas de família e alguns amigos dos meus Pais. Na P. de Londres, novamente alguns familiares meus. No início da Av. de Roma, mais familiares e amigos.

Sobre as belas fotos e salvo melhor opinião, quer-me parecer que há por aqui um erro nas respectivas datas:)
Na datada de 195..., o pavimento desta Avenida já está alcatroado (será de fins de cinquenta?), enquanto que na de 1962, o pavimento ainda conserva os cubos de basalto... Não haverá troca de datas?

Quanto à bonita fotografia em que se interroga sobre o local de onde terá sido tirada, sou de opinião que a objectiva devia ter estado colocada quase de certeza no terraço(?) ou no último piso do Cinema Império.
Maria
De Bic Laranja a 8 de Agosto de 2014
No tempo em que as fizeram, as avenidas novíssimas eram grandiosas. Algo se perdeu, sem dúvida. Hoje não se igualam aqueles tempos.

A sequência cronológica das imagens já vimos que está certa. O pavimento da Guerra Junqueiro, porém, teve uma inovação: o traço contínuo no eixo da via só se acha na mais recente; tenho uma vaga ideia de ser um fio de pedra calcária a contrastar com o basalto da calçada; o alcatrão ali é coisa mais recente, mas posso estar enganado.

Ora é justamente o eixo da Guerra Junqueiro que proíbe o poleiro do fotógrafo no cinema Império. Ele aponta ao terraço dum dos três prédios entre a Almirante Reis e a Carlos Mardel; provavelmente o da esquina da última com a Alameda.

Cumpts.
De [s.n.] a 7 de Agosto de 2014
...parece-me que em ambas as fotos o pavimento já é de alcatrão e que a calçada termina no início de Avenida.
De [s.n.] a 7 de Agosto de 2014
...reparo agora que na foto dos anos 50, o edifício que veio a ser o Ministério do Trabalho ainda não se encontrava construído, estando já em fase de construção na fotografia datada dos anos 60 pelo que, a sequência cronológica é correcta.

Cumpts
De [s.n.] a 7 de Agosto de 2014
Errata: onde se lê "o edifício", deve ler-se "o matacão"
De Bic Laranja a 8 de Agosto de 2014
Ahahahaha!
De Afonso Loureiro a 20 de Agosto de 2014
Eu voto no escadote de nº31, no terraço, que até calha ser coberto.
De Bic Laranja a 21 de Agosto de 2014
?
Cumpts.
De Afonso Loureiro a 21 de Agosto de 2014
O edifício sito no nº31 da Alameda, que está no alinhamento do passeio do lado esquerdo da Guerra Junqueiro. Tem um belo terraço para fazer a fotografia à sombra. É o tal "escadote".
De Bic Laranja a 23 de Agosto de 2014
Estou a ficar xexé.
É muito possível. E tem um belo terraço, sim senhor.
Obrigado!
De Rosa a 8 de Maio de 2015
Viva, Vou levar emprestada a fotografia. Os pobres freixos da "Guerra.." estão a ser alvo de um estropício valente daqueles que ja não se via em Lisboa há algum tempo e querem-nos arrancados até Agosto porque são perigosos. Diz que são os moradores que exigem. Não percebo porque é que as pessoas que têm medo de árvores vão morar para uma rua tão bem arborizada quando há tantas ruas sem árvores na cidade. Enfim coisas que devem ter escapada ao Arquitecto Ribeiro Telles à data do projecto. Obrigada!
De Bic Laranja a 8 de Maio de 2015
Chamam-lhe «intervenções no arvoredo» quando um cego vê que se trata de derrubes de árvores. No jardim Constantino e adjacências foi há semanas; no Largo do Leão fôra há um ano e tal...
Porque não cuida esta gente das árvores antes que adoeçam? Nem para andar a jardinar prestam!...
Cumpts.

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