De [s.n.] a 10 de Agosto de 2015 às 02:40
Desculpe sair tema, mas caso o não fizesse perdia a oportunidade e era pena. E este seu espaço é o óptimo para o efeito.

Volto ao assunto "língua portuguesa" e ao seu mau uso. Ou, se se quiser, à péssima verbalização das frases e/ou à dicção imperfeita pelo não emprego sistemático das primeiras sílabas dos vocábulos e também, por vezes, dos artigos que fazem a ligação das palavras nas proposições.

A menina Conceição Queiroz, que aliás nem é má locutora, há-as bem piores, mas por favor não abra demasiado os olhos, se bem que graças a Deus desde há algumas semanas tem vindo a evitar esse tique desagradável principalmente para quem a vê e ouve. E já agora, como também e felizmente tem evitado, continue a não sorrir quando se despede dos telespectadores, está muito bem como faz, simpática, sóbria e séria q.b. Isto porque tem um sorriso feio (devido à dentadura desadequada às suas feições delicadas) pelo que fica muito melhor séria. Sem ofensa.

Esta rapariga, por deficiente aprendizagem na escola ou pelo hábito de ouvir o linguajar do seu país d'origem (penso que seja natural ou descendente de portugueses-africanos, o que não tem nada de mal, ou viveu no Brasil - e que eu não seja mal interpretada) tem o defeito de não pronunciar a primeira sílaba das palavras proferidas nas suas leituras noticiosas e também não emprega os artigos definidos que antecedem certos vocábulos, do mesmo modo que não pronuncia a vogal aberta e/ou as sílabas fonèticamente abertas - acentuadas tònicamente ou não - sobretudo se no início da palavra. Os brasileiros é que falam assim, mas isso é lá com eles. Nós, portugueses, falamos o português de Portugal, não o do Brasil.

A Conceição, por ex., diz: "... (?)manhã saberemos o que vai acontecer", em vez de "... amanhã (com o "a" inicial bem aberto e não fechado ou mudo, como ela pronuncia) saberemos..."; ou "... até 'manhã..."; ou "estamos (?) espera de novas notícias", etc. Por favor, Conceição, veja lá essa dicção, que até nem é má de todo, salvo estes erros fonéticos imperdoáveis numa locutora de notícias.

Aproveito para lhe informar, a ela e a outros/as colegas que cometem o mesmo erro, quando por exemplo contactam colegas em reportagem no exterior e dizem "... colega, qual é o ponto 'de' situação..." Ora quando se quer saber o estado (ou ponto) em que se encontra o combate aos incêndios, ou os estragos provocados pela tempestade/cheias/desabamento de terras/manifestação violenta, etc., trata-se de saber o estado (ou situação) em que se encontra determinado acontecimento CONCRETO E NÃO ABSTRACTO que se verificou ou está a verificar-se naquele preciso momento. Isto significa que esse "estado ou situação concreta (de qualquer coisa)", justamente por sê-lo, tem obrigatòriamente de ser antecedido pela preposição+artigo definido feminino ou masculino, singular ou plural, DO/S ou DA/s, que tem como função emprestar lógica à locução formada pelo substantivo que se lhe segue e do qual faz parte integrante e nunca, jamais, em tempo algum, pela preposição DE. Que no caso em apreço tratar-se-ia/trata-se de uma completa abstracção. Fui clara?

Mais dois conselhos de uma telespectadora atenta, que vê ùnicamente os telejornais. Um para a Conceição e outro para todas as colegas que apresentam as notícias. Se a Conceição quer manter a sua carapinha e está no seu pleno direito, pelo menos que a use curtinha e arranjadinha, para visualmente parecer mais composta e projectar uma imagem mais agradável. Assim, tal como se apresenta, parece ter várias vasouras farfalhudas das antigas, com as cerdas compridas, muito encrespadas, enfiadas na cabeça.

As meninas que apresentam as notícias, por favor deixem de usar decotes até ao umbigo e roupas transparentes! Trata-se de uma questão de decência e de respeito para com os telespectadores. As jornalistas portuuesas não têm a noção das conveniências nem do ridículo. Elas que vejam como se apresentam as locutoras dos telejornais, inglesas e francesas e aprendam. Se querem usar decotes exagerados e extremamente deselegantes, usem-nos quando vão para as discotecas ou para os concertos Rock e nunca para apresentar um telejornal, que, caso ainda não se tenham capacitado, é um cargo que requer a maior seriedade e o máximo profissionalismo.
Maria



De Bic Laranja a 11 de Agosto de 2015 às 15:55
Esta moça lê o teleponto aos soluços. Falta-lhe naturalidade. E apesar de entoar os 'rrr' à lisboeta (ou à francesa) noto-lhe jeitos de entoação africana. Deve ser disso o que lhe aponta na oralidade e também no penteado.
Cumpts.
De [s.n.] a 12 de Agosto de 2015 às 17:41
É isso:)

O menino(?) Paulo Salvador, da TVI, tem a mania de ser muito moderno nas visitas gastronómicas que anda a fazer pelo País. Quando se depara com as iguarias escolhidas por si ou oferecidos pelos donos e/ou cozinheiros dos restaurantes, sai-se sistemàticamente com exclamações e interjeições extemporâneas e não raro despropositadas face aos pitéus que lhe colocam à frente do nariz. Chega a dar a impressão de nunca ter visto comida decente em toda a sua vida... Vá lá que na introdução ao programa "Observatório do Mundo", de que é apresentador, é mais comedido nas palavras. Mas também não admira, neste caso limita-se a debitar tudo que lhe é enviado através do teleponto, forçando-o a ser mais circunspecto e naturalmente mais agradável de ser escutado...

Este é outro que diz e repete "o ponto 'de' situação"!! (mais um que também deve ter andado pelo Brasil antes de ter ido aterrar nas instalações da TVI). Ó homem!, informe-se por favor!, contacte professores de português mas dos que se tenham licenciado durante o Estado Novo e jamais junto dos muitos, bastantes deles nulidades completas, que tenham feito toda a escolaridade e completado(?) a sua formação académica (salvo as excepções que confirmam a regra) durante os trinta anos e até aos dias de hoje.
Maria
De [s.n.] a 14 de Agosto de 2015 às 05:50
Leia-se: "... durante os últimos trinta anos até aos dias de hoje".
Maria
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