De [s.n.] a 20 de Fevereiro de 2018 às 04:29
Waldemar Silva, olhe que não foi o que ele quis dizer. Eu ouvi o Sérgio vários dias seguidos, sem pròpriamente o desejar (as televisões intermedeiam quase sempre debates políticos, séries, filmes e até telejornais, por assuntos de bola) e reparei que ele repetiu essa frase sempre igual e no mesmo discurso e com pequeníssimas alterações nos dias seguintes.

Nestes, ora empregando a mesma frase em contextos diversos, claro que sempre relativos ao tema "futebol", ora repetindo o mesmo discurso dos dias anteriores. Repetições da responsabilidade das televisões. Consequentemente fixei bem a dita frase porque sempre verbalizada de modo igual, isto é, substituíndo o verbo "ver" (aquele que devia ter utilizado) pelo "haver".
Maria
De Valdemar Silva a 20 de Fevereiro de 2018 às 15:08
O meu nome, desde 1943, teve que ser alterado de Waldemar para Valdemar e, embora, agora, possa alterar para Waldemar, não estou para isso.
Numa prova de exame do Secundário, um professor emendou o Valdemar para Waldemar no meu B.I. e assim ficou por uns tempos até começar a notar-se a rasura que me causou alguns problemas e que resolvi com um novo B.I. por ter perdido o anterior.
Quanto ao resto, o que fica é o 'Deve e Haver'.
Valdemar Silva
De [s.n.] a 20 de Fevereiro de 2018 às 18:37
Desculpe de por absoluta distracção, ter trocado o V pelo W no seu. Inicialmente tinha colocado o V, mas pensando estar a grafá-lo de modo errado resolvi alterar a letra inicial. Pelo visto fiz mal.
Maria

Nota: Não se admire que lhe troquem essa consoante no seu nome próprio. Ainda me lembro de ter lido e não vão muitos anos, ele ser grafado desse modo, deve ter sido por isso que o fiz.

Olhe, um dos meus apelidos, por ser invulgar, é difícil de ser compreendido quando é ouvido pela primeira vez. E quando numa loja ou consultório preciso de o transmitir oralmente ele nunca é grafado correctamente. Só depois de o soletrar ou mostrar o B.I. (agora C. do C.) à pessoa que me atende, é que fica perfeito.
De Valdemar Silva a 20 de Fevereiro de 2018 às 20:30
Como simples curiosidade, a 'Bela Flor' Berengária de Portugal, filha do Rei D. Sancho I, casou com o Rei Waldemar II da Dinamarca, em 1214.
Valdemar Silva
De Bic Laranja a 20 de Fevereiro de 2018 às 21:01
Foi repudiada. Parece que era gafa.
Cumpts.
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