6 comentários:
De [s.n.] a 31 de Julho de 2016
Bem, a primeira foto, a mostrar a impecabilidade dos brasões na relva, é uma pequena maravilha. Lindos e de uma perfeição absolutamente espantosa. A própria luz ligeiramente amarelada, na ocasião em que foi realizada a foto, empresta-lhes uma beleza inigualável.

Não cuidarem e, pior, destruírem aquele trabalho de jardinagem verdadeiramente único, obra de mestres, restituíndo-lhes o traçado original, que só nos engrandece como portugueses e que deixava tanto os turistas como os lisboetas que por ali cirandavam - durante os muitos anos que os brasões permaneceram intactos e bem tratados - boquiabertos pela originalidade e sobretudo pela grandeza e perfeição da obra, é um crime de de lesa-património urbano que reflectia as memórias de um Povo que foi Grande, Independente e Soberano. Sim, porque destruir uma obra de arte mesmo que produzida com recurso à relva, não é por isso que deixa de o ser.

Espera-se que haja bom-senso da parte da Cãmara Municipal e que os brasões não sejam substituídos por um qualquer mamarracho ou mais do que um... ("instalações", clamam os responsáveis da Câmara já que é assim que são designadas pelos 'artistas' que as produzem..., sem se rirem) dos muitos implantados em Lisboa e arredores e há quem assegure por todo o País. Uma vergonha. Basta o que basta.
Maria

De Bic Laranja a 1 de Agosto de 2016
Uma vereação séria salvaguardaria o património municipal (e nacional) laborando por conservá-lo e manter impecável. Esta usurpa-o e oblitera-o por capricho particular dum vereador ou dois. São uns iluminados que vêm muito acima da Nação e, mirolhos de avental que são, veneram sobretudo mirós de espécie estrangeira e e alcatruzam cabotinos como a tal Vasconcelos para paradigma da arte em Portugal.
Um desastre que nunca mais acaba!

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