Sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2020

Baixa ainda castiça num Verão qualquer

Rossio de Lisboa, Portugal (A. n/ id., s.d.)
Autocarro 1 para o aeroporto, Rossio de Lisboa, c. 1980.
Fotógrafo n/ id.; fotografia outrora achada na rede.

Escrito com Bic Laranja às 22:47
Verbete | comentar
16 comentários:
De [s.n.] a 15 de Fevereiro de 2020
Olhe, peço-lhe desculpe mas não vejo outro remédio senão deixar aqui um comentário, que pessoalmente sinto ter algum mérito e que há pouco tentei enviar para o Porta da Loja sem resultado por recusa do Disqus... Este Servidor ou publica os comentários umas vezes ou publica-os e apaga-os minutos depois, ou simplesmente não os coloca por censurá-los ou por outra qualquer razão que ainda não descobri. Cá por mim acho ser pura ineficiência, mas posso estar errada. Isto tem-me sucedido várias vezes com este incrível Servidor e a verdade é que nunca me aconteceu com nenhum outro blogo, incluíndo este seu imperdível. A insuportável censura dos comentários só tem sido feita por este novo Servidor do P.da L. Devo dizer que felizmente o mesmo nunca havia acontecido no anterior blogo do José cujo Servidor era outro (e muito melhor), naturalmente.
Maria

Nota: reproduzo o referido comentário já de seguida.
De [s.n.] a 15 de Fevereiro de 2020

Agradecendo antecipadamente o espaço, aqui vai.

"Uma maravilha de artigos. As dezenas de citações de individualidades famosas e credíveis e completamente insuspeitas, trazidas pelo Sr. Embaixador Castro Brandão, assim como a patriótica crónica de João José Brandão Ferreira (outro grande Senhor e enorme Patriota), são de antologia. Todas elas não só devem honrar-nos como verdadeiros portugueses, mas também pelo seu extraordinário contributo quanto à indiscutível grandeza pessoal e política daquele que foi considerado por todos os portugueses, ainda não vão muitos anos, como o Maior Português do séc. XX. Parabéns a estes dois Grandes Portugueses e em especial ao José - sempre atento às contínuas mentiras dos comunistas e sempre apostado em repôr a verdade dos factos que textualmente as desmentem (é dos livros que a mentira tem pé curto) - que em boa hora as reproduziu.

Quanto à Irene Flunser Pimentel, esta senhora é desprezível por vários motivos: pela ideologia comunista que professa - consequentemente tudo quanto afirma ou escreve é passível de ser desmentido - pelas aldrabices que vem bolsando ao longo dos anos em artigos de jornais e na internete, todos falsos e mentirosos e todos carregados de ódio contra os portugueses patriotas e particularmente contra o Estado Novo e Salazar de cujo regime ela todos os comunistas têm uma inveja desmedida. Está provado que os judeus, tal como esta 'historiadora', são quase todos comunistas empedernidos, assim como o eram pràticamente todos os dirigentes soviéticos, os mesmos que os actuais comunistas de todo o mundo, incluíndo os que cá habitam ainda veneram - também estes descendentes de judeus, conforme alguns deles já o revelaram - são o povo mais mentiroso e racista que existe ao cimo da Terra.

A prova - só para citar duas, mas há muitíssimas, uma das quais é não aceitarem imigrantes no seu país, os quais em contraparida são por eles "exportados" aos milhões para a Europa a mando do judeu Soros Cª. - está nas mentiras colossais propaladas durante décadas pelos supostos sobreviventes do holocausto de Auschwitz, muitos dos quais têm vindo corajosamente a retratar-se confessando terem inventado todas as torturas, violência e crimes que supostamente haviam sofrido às mãos dos militares alemães, guardas dos campos e médicos nazis. De quem, aliás, até afirmam terem sido sempre bem tratados e jamais torturados.


Esta 'historiadora' devia ter vergonha do que escreve e diz, pelo contrário devia benzer-se sempre que cita Salazar. Uma criatura de tão baixa índole não servia nem para criada de servir do Estadista".
Maria
De Bic Laranja a 16 de Fevereiro de 2020
Tresladei os seus comentários ao lugar devido.
Cumpts.
De [s.n.] a 16 de Fevereiro de 2020
Como é que lhe agradeço uma vez mais? Olhe, enviando um grande beijinho:)
Maria
De Bic Laranja a 17 de Fevereiro de 2020
Obrigado.
Mas olhe que do lado de lá o Diz-qus, ou alguém por ele, pôs os treslados em quarentena com o ferrete de que eram espam.
Parece-me coisa de sensor ou censor desafinado ou com a extensão, ou com algum «Austerlitz» dos comentos. Pelo sim, pelo não cheira-me que é melhor irmos arredondando certas palavras porque sim.
Ai vida!
De [s.n.] a 16 de Fevereiro de 2020
Todo o comentário da Maria, nada tem a ver com a fotografia do Rossio c.1980.
Provavelmente a Maria nunca ouviu falar do Prof. Moisés Bensabar Amzlak, um ilustre académico judeu grande amigo e conselheiro de Salazar, e não escreveria disparates.
Não se percebe a que censura se refere a Maria, julgo que não será a este blogue do Bic, que sempre tem publicado todos os comentários, com uma excepção já confessada.
Em relação ao fotografia do Rossio faz lembrar a história do velho, a criança e o burro. Neste caso dá para dizer 'lá vai o homem todo bem protegido e a criança sujeita a partir a cabeça num desastre.

Augusto Gomes
.

De Bic Laranja a 16 de Fevereiro de 2020
Moisés Bensabat…
Judeu alfacinha de gema (sic), foi professor universitário de Economia, com obras sobre temas navais, e um estudioso da presença judaica na Península Ibérica, em particular em Portugal.
Foi administrador do jornal O Século, da Sacor e membro da Direcção da Associação Comercial de Lisboa. Foi Procurador à Câmara Corporativa.
É prova de que o Estado Novo não era anti-semita, nem anti-ninguém, desde que quem quer que fosse se dispusesse a colaborar a bem da Nação.
À atenção dos anti-fassistas que põem tudo a negro, desde que não seja vermelho.
E dos aristídicos, que põem tudo cor de Sousa Mendes, desde que não se fale na logística do transporte de refugiados de Bordéus a Lisboa, coisa muito além do carimbo de passaportes, mas muito pouco falada.
De [s.n.] a 17 de Fevereiro de 2020
Salazar era não só amigo do Prof. B. Amzalak, como o foi de muitos outros judeus, alguns deles bem conhecidos. Só que todos os que cá viviam eram pessoas honestas e íntegras e jamais fariam algo que anulasse a confiança que o Estadista havia depositado neles.

Quanto aos judeus que viviam em Portugal - os conhecidos, mas também os desconhecidos que tinham igual procedimento correcto - e se comportavam como qualquer outro português, um deles, que conheci, foi administrador da Cª. do Gaz e de outras Empresas e chamava-se Mimon Anahory. E um irmão dele Eduardo, arquitecto, que também conheci, esteve ligado à Fundação Gulbenkian. Escusado será dizer que ambos eram da absoluta confiança do Dr. Salazar.

Uma familiar do Dr. Amzalak (talvez sua mulher ou irmã) de nome Sereira Amzalak, tinha uma loja de tapetes persas na Av. D. Pedro V. A minha Avó comprou lá tapetes mais do que uma vez.

Eu, a minha Mãe e a minha Avó fomos clientes do judeu David Kit na loja de peles que ele possuía na Sidónio Pais.
O meu Pai teve negócios com dois casais de judeus refugiados da guerra e sempre disse bem deles, repetindo que lhe deixaram as melhores recordações. Já contei esta história por diversas vezes noutros blogos.

Como se vê há judeus e judeus.
Os judeus-comunistas que ainda existem em vários países do Mundo e que seguem a cartilha como uma bíblia não se suportam. São vingativos e invejosos de tudo quanto é dos outros. Invejam os bem-nascidos e ricos e odeiam as monarquias e tudo fazem para as derrubar com o fim de puderem ir viver nos seus luxuosos palácios no meio das fabulosas riquezas invejadas desde sempre e em simultâneo locupletarem-se com as incomensuráveis fortunas dessas famílias longamente cobiçadas - vide o derrube dos Romanov e o brutal assassinato de toda a família Imperial. Só espíritos possuídos por extrema maldade, todos comunistas, foram capazes de praticar tão monstruosos actos. E para quê? Só para destruir países e sujeitar povos à absoluta miséria física e moral.

Tudo foi feito após falsas promessas dos dirigentes comunistas ao povo russo de que o derrube da monarquia iria ser feito para seu benefício e bem-estar futuro. Então não foi? Viu-se! A pobreza extrema atingiu toda a população e a fome aumentou exponencialmente e o povo ficou sujeito a um regime de terror durante o qual se seguiram os assassinatos dos mais de cem milhões de russos inocentes.

Foi e é para acontecimentos bárbaros como estes que os comunistas (que ainda existem, cá e noutras paragens) querem chegar ao poder nos países que os acolhem como iguais e isso só conseguem através dos regimes democráticos(*), é por isso que eles idolatram estes regimes. É o que se tem vindo a passar por toda a Europa 'democrática' desde pelo menos o fim da Segunda Guerra Mundial.

Com finalmente o aparecimento de novos partidos patrióticos em vários países europeus, que vão chamando os bois pelos nomes SEM MEDO de serem apelidados pelos comunistas e socialistas já não tanto de fascistas mas agora de populistas..., julgando que com estes e outros epítetos insultam e rebaixam os verdadeiros portugueses obrigando-os a recuarem na sua determinação patriótica, como foi acontecendo durante mais de quatro décadas.

É bom lembrar que estas e outras calúnias foram-se sucedendo ininteruptamente desde o 25/4 até hoje, mas a hora deles está a chegar ao fim. Acabou-se o medo e há cada vez mais portugueses - assim como vários milhões de cidadãos doutros países europeus, igualmente patriotas - que os querem enfrentar de caras. E irão fazê-lo mais depressa do que se pensa.

(*) Mas atenção que tudo o que os comunistas dizem e fazem, a parecer estarem a praticar o jogo democrático, é o completo oposto do que eles efectivamente querem e desejam para o País. Trata-se tão só de baralhar e voltar a dar. É que esta gente nunca dorme em serviço.
Maria
De [s.n.] a 16 de Fevereiro de 2020
É assim memo Maria, e mai nada.
Como disse o Ahmadinejad, aquilo de Auschwitz foi tudo inventado pelos sionistas de Israel e pelos amaricanos. O queles querem é ficar com pitrol dos árabes.
De Bic Laranja a 16 de Fevereiro de 2020
Tem graça este comentário, porquanto é do mesmo leitor (com o mesmíssimo) I.P. 81.193.0.216 do do comentário anterior, que era espirituosamente crítico da Maria.
Aqui vê-se espirituosamente sarcástico, passando-se por outro.
De espirituosos, já disse Camillo…
De [s.n.] a 17 de Fevereiro de 2020
Não assinei o segundo comentário por esquecimento.
O tom ligeiro e jocoso é uma suave critica à ignorância e aos disparates insultuosos da Maria.

Augusto Gomes
De Bic Laranja a 17 de Fevereiro de 2020
Olha que chamar «suave crítica» às ofensas com que arremete…
Um espirituoso a pedir que o embolem, sem dúvida.
De [s.n.] a 17 de Fevereiro de 2020
Pronto.
Não volto a peguilhar com a Maria, já que embolar seria de contacto físico e as pessoas não tratam ninguém à cabeçada.
No entanto, seria muito pior deixa-la a diabolizar sozinha, sem levar com um pouco de água benta.
E, embora em número reduzido, sempre vamos dando uns comentários ao blogue, que em tempos apenas ia lendo e agora também passei a comentar.

Augusto Gomes




De Bic Laranja a 17 de Fevereiro de 2020
Continua espirituoso. Guarde o tom. Ou os comentários, que não se perde nada.
De [s.n.] a 17 de Fevereiro de 2020
Que maravilha. E a explicação dos sinónimos uma delícia. Também gostei muito do que escreveu relativamente ao tema em questão. Parabéns.
Maria
De Bic Laranja a 17 de Fevereiro de 2020
:)

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