De [s.n.] a 15 de Fevereiro de 2020

Agradecendo antecipadamente o espaço, aqui vai.

"Uma maravilha de artigos. As dezenas de citações de individualidades famosas e credíveis e completamente insuspeitas, trazidas pelo Sr. Embaixador Castro Brandão, assim como a patriótica crónica de João José Brandão Ferreira (outro grande Senhor e enorme Patriota), são de antologia. Todas elas não só devem honrar-nos como verdadeiros portugueses, mas também pelo seu extraordinário contributo quanto à indiscutível grandeza pessoal e política daquele que foi considerado por todos os portugueses, ainda não vão muitos anos, como o Maior Português do séc. XX. Parabéns a estes dois Grandes Portugueses e em especial ao José - sempre atento às contínuas mentiras dos comunistas e sempre apostado em repôr a verdade dos factos que textualmente as desmentem (é dos livros que a mentira tem pé curto) - que em boa hora as reproduziu.

Quanto à Irene Flunser Pimentel, esta senhora é desprezível por vários motivos: pela ideologia comunista que professa - consequentemente tudo quanto afirma ou escreve é passível de ser desmentido - pelas aldrabices que vem bolsando ao longo dos anos em artigos de jornais e na internete, todos falsos e mentirosos e todos carregados de ódio contra os portugueses patriotas e particularmente contra o Estado Novo e Salazar de cujo regime ela todos os comunistas têm uma inveja desmedida. Está provado que os judeus, tal como esta 'historiadora', são quase todos comunistas empedernidos, assim como o eram pràticamente todos os dirigentes soviéticos, os mesmos que os actuais comunistas de todo o mundo, incluíndo os que cá habitam ainda veneram - também estes descendentes de judeus, conforme alguns deles já o revelaram - são o povo mais mentiroso e racista que existe ao cimo da Terra.

A prova - só para citar duas, mas há muitíssimas, uma das quais é não aceitarem imigrantes no seu país, os quais em contraparida são por eles "exportados" aos milhões para a Europa a mando do judeu Soros Cª. - está nas mentiras colossais propaladas durante décadas pelos supostos sobreviventes do holocausto de Auschwitz, muitos dos quais têm vindo corajosamente a retratar-se confessando terem inventado todas as torturas, violência e crimes que supostamente haviam sofrido às mãos dos militares alemães, guardas dos campos e médicos nazis. De quem, aliás, até afirmam terem sido sempre bem tratados e jamais torturados.


Esta 'historiadora' devia ter vergonha do que escreve e diz, pelo contrário devia benzer-se sempre que cita Salazar. Uma criatura de tão baixa índole não servia nem para criada de servir do Estadista".
Maria
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