16 comentários:
De [s.n.] a 16 de Fevereiro de 2020
Todo o comentário da Maria, nada tem a ver com a fotografia do Rossio c.1980.
Provavelmente a Maria nunca ouviu falar do Prof. Moisés Bensabar Amzlak, um ilustre académico judeu grande amigo e conselheiro de Salazar, e não escreveria disparates.
Não se percebe a que censura se refere a Maria, julgo que não será a este blogue do Bic, que sempre tem publicado todos os comentários, com uma excepção já confessada.
Em relação ao fotografia do Rossio faz lembrar a história do velho, a criança e o burro. Neste caso dá para dizer 'lá vai o homem todo bem protegido e a criança sujeita a partir a cabeça num desastre.

Augusto Gomes
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De Bic Laranja a 16 de Fevereiro de 2020
Moisés Bensabat…
Judeu alfacinha de gema (sic), foi professor universitário de Economia, com obras sobre temas navais, e um estudioso da presença judaica na Península Ibérica, em particular em Portugal.
Foi administrador do jornal O Século, da Sacor e membro da Direcção da Associação Comercial de Lisboa. Foi Procurador à Câmara Corporativa.
É prova de que o Estado Novo não era anti-semita, nem anti-ninguém, desde que quem quer que fosse se dispusesse a colaborar a bem da Nação.
À atenção dos anti-fassistas que põem tudo a negro, desde que não seja vermelho.
E dos aristídicos, que põem tudo cor de Sousa Mendes, desde que não se fale na logística do transporte de refugiados de Bordéus a Lisboa, coisa muito além do carimbo de passaportes, mas muito pouco falada.
De [s.n.] a 17 de Fevereiro de 2020
Salazar era não só amigo do Prof. B. Amzalak, como o foi de muitos outros judeus, alguns deles bem conhecidos. Só que todos os que cá viviam eram pessoas honestas e íntegras e jamais fariam algo que anulasse a confiança que o Estadista havia depositado neles.

Quanto aos judeus que viviam em Portugal - os conhecidos, mas também os desconhecidos que tinham igual procedimento correcto - e se comportavam como qualquer outro português, um deles, que conheci, foi administrador da Cª. do Gaz e de outras Empresas e chamava-se Mimon Anahory. E um irmão dele Eduardo, arquitecto, que também conheci, esteve ligado à Fundação Gulbenkian. Escusado será dizer que ambos eram da absoluta confiança do Dr. Salazar.

Uma familiar do Dr. Amzalak (talvez sua mulher ou irmã) de nome Sereira Amzalak, tinha uma loja de tapetes persas na Av. D. Pedro V. A minha Avó comprou lá tapetes mais do que uma vez.

Eu, a minha Mãe e a minha Avó fomos clientes do judeu David Kit na loja de peles que ele possuía na Sidónio Pais.
O meu Pai teve negócios com dois casais de judeus refugiados da guerra e sempre disse bem deles, repetindo que lhe deixaram as melhores recordações. Já contei esta história por diversas vezes noutros blogos.

Como se vê há judeus e judeus.
Os judeus-comunistas que ainda existem em vários países do Mundo e que seguem a cartilha como uma bíblia não se suportam. São vingativos e invejosos de tudo quanto é dos outros. Invejam os bem-nascidos e ricos e odeiam as monarquias e tudo fazem para as derrubar com o fim de puderem ir viver nos seus luxuosos palácios no meio das fabulosas riquezas invejadas desde sempre e em simultâneo locupletarem-se com as incomensuráveis fortunas dessas famílias longamente cobiçadas - vide o derrube dos Romanov e o brutal assassinato de toda a família Imperial. Só espíritos possuídos por extrema maldade, todos comunistas, foram capazes de praticar tão monstruosos actos. E para quê? Só para destruir países e sujeitar povos à absoluta miséria física e moral.

Tudo foi feito após falsas promessas dos dirigentes comunistas ao povo russo de que o derrube da monarquia iria ser feito para seu benefício e bem-estar futuro. Então não foi? Viu-se! A pobreza extrema atingiu toda a população e a fome aumentou exponencialmente e o povo ficou sujeito a um regime de terror durante o qual se seguiram os assassinatos dos mais de cem milhões de russos inocentes.

Foi e é para acontecimentos bárbaros como estes que os comunistas (que ainda existem, cá e noutras paragens) querem chegar ao poder nos países que os acolhem como iguais e isso só conseguem através dos regimes democráticos(*), é por isso que eles idolatram estes regimes. É o que se tem vindo a passar por toda a Europa 'democrática' desde pelo menos o fim da Segunda Guerra Mundial.

Com finalmente o aparecimento de novos partidos patrióticos em vários países europeus, que vão chamando os bois pelos nomes SEM MEDO de serem apelidados pelos comunistas e socialistas já não tanto de fascistas mas agora de populistas..., julgando que com estes e outros epítetos insultam e rebaixam os verdadeiros portugueses obrigando-os a recuarem na sua determinação patriótica, como foi acontecendo durante mais de quatro décadas.

É bom lembrar que estas e outras calúnias foram-se sucedendo ininteruptamente desde o 25/4 até hoje, mas a hora deles está a chegar ao fim. Acabou-se o medo e há cada vez mais portugueses - assim como vários milhões de cidadãos doutros países europeus, igualmente patriotas - que os querem enfrentar de caras. E irão fazê-lo mais depressa do que se pensa.

(*) Mas atenção que tudo o que os comunistas dizem e fazem, a parecer estarem a praticar o jogo democrático, é o completo oposto do que eles efectivamente querem e desejam para o País. Trata-se tão só de baralhar e voltar a dar. É que esta gente nunca dorme em serviço.
Maria

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