47 comentários:
De MCV a 28 de Dezembro de 2009
Sempre me intrigou esta construção ameada, ali na colina.
Com este e outros textos seus, tenho vindo a conhecer-lhe a história.
Obrigado.
Abraço
De Bic Laranja a 28 de Dezembro de 2009
Obrigado eu pelo seu interesse. Cumpts.
De Gastao de Brito e Silva a 28 de Dezembro de 2009
Ao fim de tantos anos em que me interrogava sobre esta ruína, finalmente consegui saber algo mais sobre a sua história...bem hajas Bic Laranja, por este teu grande trabalho...
De T a 28 de Dezembro de 2009
Ui, Casal Vistoso! Vou mostrar esse seu post a um amigo meu:)
De Bic Laranja a 28 de Dezembro de 2009
E saberá ele dizer-nos quem foram os Abreu e Castro?
Obrigado!
De Bic Laranja a 28 de Dezembro de 2009
O seu artigo foi inspirador. Obrigado eu.
Cumpts.
De tron a 29 de Dezembro de 2009
o que foi feito disto tudo ??
De Bic Laranja a 29 de Dezembro de 2009
Aqui e aqui.~
Cumpts.
De tron a 29 de Dezembro de 2009
ficou uma ruina daquilo que era
De Attenti al Gatti a 29 de Dezembro de 2009
Aí pelos meus quatro anos ía com o meu pai, aos Domingos de manhã, à Rua Alves Torgo. Fatalmente, fugiam-me os olhos para o Casal Vistoso, lá no alto. O edifício causava-me uma impressão que nunca conseguí definir. Talvez fosse o ar de castelo assombrado, com aquelas estranhas cinco janelas,sem portas, a deixar vêr o Sol através delas, não sei. Também não sei porque nunca o fotografei. E oportunidades não faltaram até porque estive lá dentro há uns anos atrás.
Mas estou convecido que se mais este magnífico trabalho de Bic Laranja tivesse aparecido nessa altura, as coisas teríam sido diferentes. Também já não sei se prefiro continuar a vêr aqueles restos de paredes que balizam as minhas memórias de infância ou se seria melhor que desaparecessem rápidamente, pondo fim ao pungente espectáculo de uma morte a conta-gotas. Mas de uma coisa tenho a certeza: uma casa que albergou gente tão ilustre não merecia este fim.
De Bic Laranja a 29 de Dezembro de 2009
Dava realmente nas vistas e daí o teor de muitos dos comentários. Mas o valor dos séculos hoje só se mede ao m2.
Cumpts.
De pedro a 29 de Dezembro de 2009
Este post matou a curiosidadeque tinha sobre aquela ruína há imenso tempo. Muito obrigado pelo belíssimo trabalho.
Com frequência insistem para que faça um livro, pois eu insisto para que faça também um de passeios por Lisboa....e que maravilha seriam se fossem interpretados pelo autor.
Bom 2010!
De Bic Laranja a 29 de Dezembro de 2009
Obrigado pelo apreço.
Feliz 2010!
De T a 29 de Dezembro de 2009
LIVRO! LIVRO! LIVRO!

Tanta porcaria a ser publicada neste País, e este excelente material não se edita? Porquê?

Queremos LIVRO!

Olhe que crio uma página no Face Book a dizer Queremos livro do senhor Bic Laranja!
De Bic laranja a 29 de Dezembro de 2009
Obrigado! Mas isto é muito pouco. :)
Bom ano novo!
De pedro a 30 de Dezembro de 2009
Mas avise aqui no blog para eu me inscrever logo de seguida no facebook :-)
De T a 30 de Dezembro de 2009
Crio? Estou já de dedo no ar !
De Bic Laranja a 30 de Dezembro de 2009
Obrigado, mas não.
Cumpts.
De emília reis a 1 de Janeiro de 2010
Não creio que a Quinta das Ameias tenha pertencido alguma vez à Condessa d'Edla porque não consta no testamento através do qual a Condessa se tornou a única herdeira dos bens que foram propriedade de D.Fernando no Concelho de Sintra, o Palácio da Pena e as várias Tapadas que adquiriu, que são os únicos nele mencionados.
Era curioso saber de onde veio a informação de que D.Fernando e a Condessa d'Edla teriam ocupado para veraneio esta Quinta.
emília reis
De Bic Laranja a 2 de Janeiro de 2010
A presença da condessa d' Edla na quinta das Ameias (cf. Jorge Santos Silva, «A dama de Sintra, o apagar de uma memória», in Lesma Morta, 23/2/2008 e J. F. do Alto do Pina, História da Freguesia). Sendo certo que nenhuma delas dá a fonte, tal não lhes retira à partida o crédito. Mas concordo com a prezada leitora: seria muito interessante conhecer a origem deste dado.
Cumpts.
De emília reis a 1 de Janeiro de 2010
Será mais correcto dizer que a Condessa d'Edla herdou tudo o que por lei o Rei D.Fernando II podia dispor dado que existiam ainda vivos, à data da sua morte, três dos seus filhos do casamento com D.Maria II e os netos filhos da Infanta D.Maria Anna entretanto falecida. O testamento diz: "...todas as minhas propriedades situadas no Concelho de Cintra, taes como, palacio da Pena e pertences, incluindo os chalets , castello dos Mouros, quinta da Abelheira e pertences, S.Miguel e pertences, as tapadas ultimamente compradas, incluindo a tapada nova dos Capuchos, assim como a mobilia , prata, loiças, e mais recheio do palacio da Pena, dos chalets e das outras casas acima mencionadas".
O Palacio e Parque da Pena assim como todas as restantes propriedades foram posteriormente vendidas, pela Condessa d'Edla , ao Estado depois das enormes polémicas que o testamento levantou e que são conhecidas.
Portanto, não é provável a hipótese de que a Quinta das Ameias tenha pertencido à Condessa d'Edla .
De Bic Laranja a 2 de Janeiro de 2010
Nada garante que a quinta tenha pertencido ou não à condessa (pode tè-la habitado como simples locatária); o facto, porém, de não constar fo testamento de D. Fernando II garante-nos que lhe não pertenceu a ele.
Cumpts.
De Jacinto Apóstolo a 28 de Junho de 2010
Obrigado pelo vosso artigo sobre o Casal Vistoso.
Tenciono apresentar uma proposta ao orçamento participativo da CML para Reconversão do mesmo em Jardim Público com a componente de conservação da memória do sítio.
De Jacinto Apóstolo a 28 de Junho de 2010
Peço desculpa, mas na minha comunicação de há pouco esqueci-me de inserir um parágrafo a pedir a vossa colaboração e qualquer eventual achega para a defesa da pretensão de salvar/resguardar aquela zona da invasão do cimento em bruto.
De Bic Laranja a 29 de Junho de 2010
De nada. Disponha do artigo se para tal tiver préstimo. Mais não sei em que possa valer na sua pretensão.
Cumpts.
De Jacinto Apóstolo a 29 de Junho de 2010
Obrigado. Eventualmente irei citar o seu blog/artigo. O que me dava mesmo jeito era conseguir saber a quem pertence o Casal Vistoso/Quinta das Ameias. O sítio da CML, no Levatamento do Parque Edificado Devoluto, diz sobre a propriedade do dito: "Sem Informação". E eu digo "sem comentários".
De Bic Laranja a 29 de Junho de 2010
Também não sei a quem pertence. Supunha que fosse da Câmara. Na certa já ninguém sabe...
Cumpts.
De Jacinto Apóstolo a 17 de Setembro de 2010
Tenho o prazer de informar que o meu projecto (nº 813) para reconversão em jardim público da Quinta das Ameias/Casal Vistoso foi considerado para concorrer ao orçamento participativo da CML. Favor ver http :/ www.cm-lisboa.pt op / action =3&fnum=813&fprojecto=S
Esse sucesso deve-se certamente ao facto de ter indicado o blog biclaranja como suporte do projecto.
Solicito a V. melhor colaboração para a concretização do referido projecto.
De Jacinto Apóstolo a 17 de Setembro de 2010
Peço desculpa mas o endereço correcto é:
http://www.cm-lisboa.pt/op/?action=3&fnum=813&fprojecto=S
De Bic Laranja a 17 de Setembro de 2010
Prezado sr. Jacinto Apóstolo,
É uma rica notíca!
O mérito, contudo, deve-se necessariamente a si. Fico-lhe grato pela profícua utilização que deu a este modesto verbete.
Por favor diga-me para biclaranja[a]sapo.pt em que poderei ajudar a levar por diante o projecto.
Cumpts.
De Fernando Sarzedas a 9 de Dezembro de 2016
Origem dos Abreu de Castro
http://genealogias.info/1/upload/abreus_castro.pdf

Comentar