9 comentários:
De TMC a 1 de Dezembro de 2019
Sintoma de um profundo degredo.
De Bic Laranja a 1 de Dezembro de 2019
Sem retorno.
Cumpts.
De Manuel Alves a 1 de Dezembro de 2019
Portugal morreu em 25 de Abril de 1974:

Morreu nas Forças Armadas.
Morreu no seu Ultramar.
Morreu nas Escolas onde o ensino de Língua portuguesa, da História e Geografia de Portugal é omitido, abastardado ou distorcido.
Morreu no abandono das Aldeias e Vilas do Interior.
Morreu na perda total da sua genuinidade através do abastardamento cultural e até rácico.
Morreu com a emigração de milhares de jovens dotados de alguma qualificação profissional.
Morreu queimado nas suas matas e pinheirais.
Morreu por desgoverno e entrega voluntária aos seus inimigos.
Desde aquela fatídica data, dia em que não haja um ESCÂNDALO, não é dia, por cá.




De Bic Laranja a 1 de Dezembro de 2019
Subscrevo.
Cumpts.
De [s.n.] a 1 de Dezembro de 2019
Calhando, não sabem escrever implementação ou teria sido para baralhar a não entrega aos inimigos, melhor dizendo aos seus eternos inimigos castelhanos.
Vamos ver se as alterações climáticas, não passem de uma malagrida vingança, para ainda nos aguentarmos por mais 20 e 1 anos.
De Bic Laranja a 2 de Dezembro de 2019
Com implantes ou implementos, não nos baralhemos nós, porque com esta 5.ª coluna de imbecis, o castelhano bem pode fazer de morto.
Do apocalipse climático não é Grida, é Greta.
Cumpts.
De [s.n.] a 3 de Dezembro de 2019
Seja gabi malagreta, também acusando os homens pelo mal que fazem terem o devido castigo.
De Bic Laranja a 3 de Dezembro de 2019
Num dos últimos dos Horizontes da Memória (o do asno vai e asno vem) há um passso sobre Gil Vicente chamar à razão os franciscanos de Santarém que andavam a fazer de Malagridas (ou Gretas). Já no séc. XVI.
Cumpts.
De Bic Laranja a 3 de Dezembro de 2019
Num dos últimos que aqui publiquei, bem entendido.

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