4 comentários:
De [s.n.] a 12 de Maio de 2016
Desculpe de, por absoluta distracção, não ter assinado o comentário anterior:) Tal facto deveu-se à habituação do meu nome encimar automàticamente os meus comentários na maior parte dos blogos para onde costumo enviar os ditos cujos. Mas deu para perceber ter sido eu a autora, não é verdade?
Maria
De Bic Laranja a 13 de Maio de 2016
Percebi que devia ser seu. Não lhe respondi logo e entretanto passou-me.
Quase não vejo televisão. Há oito dias passei no azulão canal 3 da Radiotelevisão Portuguesae vi umas «espetativas» notàvelmente cravadas em rodapé, decorando a carilha laroca da mourinha encantada da Ana Lourença. Ando na expectativa de achar o espeto nalgum dicionário malaqueiro, ou assim, mas talvez o Pan entretanto o haja banido por fazer lembrar a tauromaquia...
Quanto à locução de toda essa gente bem-palrante, dos fanhosos aos ciciosos, passando pelos mais conceituados labregos reciclados em vedetas de subúrbio, é um festival de disparates, de homilias refugiadino-migranteiras e panlermices humedecidos de perdigotos, servidas aos «portugueses e às «portuguesas» e o cão e o gato, não descurando das «panholas» ou dos «panhóis», das «portações» que «subem» ou «dechem», das «plosões» de gajos a gritar que o Alá é grande e que nunca, nunca são mouros. Todos os dias a mesma ladainha repetida às massas de hora a hora nos canais da estupidez geral ou nos temáticos de notícias apascentamento evangélico.
Uma neura!

Louvada seja a paciência!

:)
De [s.n.] a 13 de Maio de 2016
Ahahahah... Esse vocabulário distorcido(?) é cá uma coisa! Só lhe digo, é de fazer inveja ao mais erudito:)

Um dia destes faço tenção de lhe deixar, lá mais para a frente, no devido lugar, umas boutades que vou lendo e ouvindo nas televisões, que são de bradar aos céus.
Maria

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