6 comentários:
De Mandarinia a 17 de Janeiro de 2017
O que eu já me ri com isto... No Verão mandam-nos beber água.
O Piruças vai reformar-se e recomenda que vá uma mulher para o lugar dele. Enfim água no Verão, gorros no Inverno, um prodígio o Piruças.
De Bic Laranja a 17 de Janeiro de 2017
Recomenda uma mulher? Tem bom gôsto.
Cumpts.
De Iletrado a 19 de Janeiro de 2017
Caro Bic Laranja
Não tem direc tamente a ver com o assunto, mas como há falta de assunto... cá vai.
Reparei há pouco que o Multibanco já adop tou a mychoordia horto graphica. Não percebi quando foi isso, mas sei que no início de 2016 ainda nos talões se escrevia «Transacção» e agora vem «Transação». É lindo, não é? A quantidade de tinta que eles poupam! São tão palermas, então não conseguem perceber que se não escrevessem ainda poupavam mais?! Mas em inglês eles não se importam de gastar tinta a escrever «transaction». Dizem-me, sem rir, que em inglês é mais fácil. Certo. «Philosophy», todos sabem, é mais fácil que «filosofia». Desconfio que quando um português lê «grande phoda» o dito fica a pensar nos cortes a árvores...
Assim se destrói a nossa Pátria.
Boas pedaladas.
De Bic Laranja a 21 de Janeiro de 2017
Em poucos anos o aborto gráfico estourou com a ortografia do português. Quase tudo vem redigido agora, nem com, nem sem «acordo ortográfico». Mas vem sujo por ele. Uma anarquia do maior asco.
Dsses papéis do multibanco só vejo as cifras. De seguida rasgo e deito fora.
Cumpts.
De [s.n.] a 19 de Janeiro de 2017
Saíndo um pouco do assunto, deixe-me perguntar-lhe, já reparou no pandemónio em que as obras da Câmara transformaram Lisboa inteira e ainda a procissão vai no adro? Ele é obras por tudo quanto é sítio, até nos locais mais improváveis, estanto a alterar indecentemente os percursos dos transportes públicos e o trânsito-automóvel numa espécie de gincana estúpida e muito perigosa pelos desvios que são obrigados a fazer e pelas alterações do trajecto normal e ainda pelos entraves pelas centenas de blocos a sinalizar as obras em curso, algumas das quais desnecessárias e outras executadas por puro oportunismo, tendo em vista as eleições autárquicas que os socialistas querem ganhar como está bom de ver.

Veja só este descalabro do trânsito no centro de Lisboa. Aqui há meses estando eu no Saldanha e querendo voltar a casa pelo caminho de sempre, em que demorava 15/20 minutos no máximo, sabe quanto tempo levei? Após desvios e contra-desvios, vias normais cortadas, ruas e avenidas fechadas ao trânsito e outras ridìculamente estreitadas pela alteração e/ou desenho dos respectivos passeios, curvas e contra-curvas, depois disto tudo e dos nervos provocados com tanta chatice, levei uma hora e 15 minutos!!! Será isto normal? E serão tantas e tão despropositadas obras admissíveis numa cidade como Lisboa? Em qualquer altura do ano elas já seriam inaceitáveis, mas próximo do Natal e prolongando-se por toda esta época em que o movimento de carros e pessoas triplica, prosseguindo para além dela e continuando até hoje, tornam-se absolutamente insuportáveis.

A pergunta que se deve pôr é esta: terão os lisboetas sido porventura consultados pela Câmara Municipal para o efeito? E caso o tenham sido, o que francamente se duvida, será que os mesmos concordaram com o completo inferno em que estão transfomadas as ruas, largos e avenidas de Lisboa? Apostava um milhão em como não. Que pestes nos saíram todos estes autarcas.
As culpas vão direitinhas para vereador Salgado e redobradas para o presidente Medina, claro está.
Maria
De Bic Laranja a 21 de Janeiro de 2017
Já cá falei delas. Despesa escusada com alindamentos supérfluos. A calçada portuguesa de caminho recebeu certidão de óbito.
Do Me(R)dina nem merece a pena dizer mais.
Cumpts.

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