De João Cabral a 21 de Novembro de 2019
Vá lá, não seja assim também. Reconheça ao homem, pelo menos, qualidade e originalidade musicais. Prova disso são as inúmeras colaborações com reconhecidos fadistas da nossa praça. A ajudinha foi dele.
De Bic Laranja a 21 de Novembro de 2019
Não sou. Mas sempre me enjoaram as suas cantigas (dele). Especialmente aquela da Martha e o dr. D. Gaspar (a ladaínha do não manganão! era mesmo irritante).
Mas isto é mero gosto particular. Dos fados não conheço muito, há-de perdoar.
De toda a maneira, do que falo aqui é da luta: a dos nossos rapazes no Ultramar e a dos antifascistas no bem-bom lá onde andavam.
É outra música.
Cumpts.
De [s.n.] a 22 de Novembro de 2019
O problema era, ou foi, não querer ir para a guerra. Se a guerra civil fosse por cá, que remédio.
Por isso fugiu. Todos têm o direito de não gostar de
ir para a guerra.
De Bic Laranja a 22 de Novembro de 2019
O problema era, foi, de intromissão.
E por tal, o caso intrometeu Direito, Internacional. Mas em concreto era verdadeiramente de dever, nacional. É que o Ultramar também era . Foi por se esquecer isso que no fim deu tudo para o torto.
Por isso, falar em direitos…
Cumpts.
De [s.n.] a 22 de Novembro de 2019
A guerra civil é um conflito no interior de um Estado entre facções do mesmo País, com intromissão ou não de forças exteriores, com objectivos de mudança de regime ou secessão de território.
De Bic Laranja a 22 de Novembro de 2019
Tem razão. V. falou em guerra civil e eu tresli.
De toda a maneira, se se tem dado na metrópole, a deserção do camarada havia de ser a mesma.
Cumpts.
De [s.n.] a 23 de Novembro de 2019
Estou completamente d'acordo com o que escreveu sobre este tema. Todos os desertores foram traidores à Pátria. E nós sabemos perfeitamente quem eles foram/são, muitos deles ainda andam por aí. Não é de estranhar que pràticamente todos os baladeiros/opositores ao regime/anti-fascistas e um largo etc., que regressaram ao País após o 25/4, eram/são (os que ainda estão vivos) pràticamente todos comunistas-marxistas-estalinistas, troskistas e maoistas. Todos têm andado felizes e contentes com a democracia(deles) desde há 45 anos.

Pudera!, foi este regime/sistema corrupto e não menos criminoso que lhes deu tudo o que posssuem: trabalho(sem competência para os cargos, naturalmente levando-as à falência) em grandes empresas lucrativas, substituíndo milhares de trabalhadores leais, honestos e cumpridores; belos andares e ricas moradias para viverem à grande (e até edifícios "Prémios Valmor" lhes foram cedidos sem mais aquelas. Onde?, pois na Av. da Liberdade e noutras zonas nobres de Lisboa e arredores) sem pagar renda, além de mensalmente receberem bastante dinheiro atribuído pelos partidos do sistema como agradecimento pelos serviços prestados durante a 'revolução' ou seja, pela ajuda na total destruição do País) para os sustentar e às famílias. Consequentemente todos têm levado uma vida regalada. Na verdade uma vida de sobas. Não hão-de os comunistas apoiar o regime d'alma e coração. É apenas natural. E continuarão a fazê-lo até ao fim dos seus dias.
Maria
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