12 comentários:
De MCV a 20 de Dezembro de 2015
Obrigado pela referência.
Quando se põe a gente a comentar que foi esquecido porque foi escondido do povo, está tudo dito!
Só se lembra destas coisas quem tem memória e as viveu ou ouviu contar.
Pouca gente tem memória e é isso que esconde do povo, hoje, a maioria dos bons e dos maus sucessos passados.
Ainda que sobre eles tenha passado muito menos do que estes cinquenta anos.
Abraço e Boas Festas

Manuel
De Bic Laranja a 20 de Dezembro de 2015
O fâchismo tem as costas tão largas como isto: a memória curta das gentes. Que dizer desta sôfrega dinâmica actual que elege de rajada factos a acontecimentos e os relega ao esquecimento passadas nem 24 horas? Vicioso esquema. O caso piora com a cartilha oficial ditando certos referenciais nos juízos assim viciados. É o delírio colectivo.
Obrigado e feliz Natal!
De josé monteiro a 20 de Dezembro de 2015
A razão que me levou a vir confirmar a data deste acidente de comboio na linha de Sintra no dia 20 de Dezembro de 1965,foi, porque eu era passageiro na ultima carruagem da 1ª composição, a única que ficou nos carris. A hora de saída do Rossio era ás 17h51m. Faz hoje 50 anos , tinha eu 18 e andava a fazer a admissão ao Instituto. Foi um desastre terrível, morreram vinte muitas pessoas.
De Bic Laranja a 20 de Dezembro de 2015
Não sei se chegou a saber as conclusões da investigação da Judiciária. Talvez no-las pudesse dizer.
Obrigado do seu testemunho.
Feliz Natal!
De José Lima a 21 de Dezembro de 2015
Nada a ver com o assunto principal deste artigo, mas ao ampliar a segunda página do "Diário de Lisboa" aqui publicada, não pude deixar de sorrir com a notícia "Pedido de captura" e as peripécias de um tal "Engenheiro Azevedo"... Não sei porquê, mas lembrei-me logo de um outro "Engenheiro"...
De Bic Laranja a 21 de Dezembro de 2015
A engenharia da burla é coisa antiga. Mas em 65 davam-lhe caça, hoje dão-lhe tempo de antena.
Cumpts.
De José Lima a 21 de Dezembro de 2015
Brilhante a "Nota do dia" que o "Diário de Lisboa" - e tanto mais que se tratava de um jornal já então com simpatias ditas de esquerda - publica a propósito da tragédia. Julgo que actualmente seria impossível escrever-se assim, por causa do jacobinismo dominante, em qualquer um dos chamados jornais de referência que por aí circulam, o que é bem sintomático da involução civilizacional que a sociedade portuguesa sofreu no último meio século.
De Bic Laranja a 21 de Dezembro de 2015
Concordo. Por isso escrevi que está tudo no jornal em melhor reportagem dos factos do que se leria na imprensa hoje. Temos catecismo editorial, não jornalismo.
Cumpts.
De Marisol franca a 21 de Dezembro de 2015
De onde se conclui, em silogismo simples e perfeito

O faxismo não silenciou!

Eu cá não entendo nada de política e muito menos de História, mas expliquem-me, como se fosse ruiva, para que é que raio isto interessa?
O que tem o embate dos Quim boios e a narrativa,ou não, do facto pelo Diário de Notícias a ver com a Sensura do Estado Novo????

Benza-os Deus 😱
De Bic Laranja a 21 de Dezembro de 2015
Pois!... Será preguntar-lhes, aos pavlovianos.
Feliz Natal!
De Hugo Nicolau a 21 de Dezembro de 2015
http://algueirao-memmartins.blogspot.pt/2014/12/chocaram-dois-comboios-perto-do.html

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